quarta-feira, março 26, 2014
Chapéu de nazarena | Chapéus de todo o mundo
sábado, março 22, 2014
Akubra | Chapéus de todo o mundo
Os aborígenes australianos não tinham por hábito cobrir a cabeça. Com a colonização europeia chegou também o chapéu europeu.
O Akubra, mais do que um chapéu, é um autêntico ícone australiano.
Em 1874, Benjamin Dunkerley, oriundo de Inglaterra, decidiu abrir, na Tasmânia, uma chapelaria, a "Akubra Hat Factory".
Este modelo foi imortalizado no cinema por Michael J. Dundee, conhecido como Crocodile Dundee.
quarta-feira, março 19, 2014
Kayleen | Chapéus de todo o mundo
A grande dimensão do continente africano e as suas diferenças climatéricas determinam a sua imensa variedade étnica e cultural.
Uma curiosidade...
sábado, março 15, 2014
Montera | Chapéus de todo o mundo
Estes trajes tradicionais Quechuas, são ainda hoje usados diariamente nos Andes peruanos .
O Montera é um dos chapéus típicos do traje feminino do Peru.
Este modelo remonta à civilização Inca. Apesar dos muitos séculos de imposição cultural ocidental, os habitantes do Peru têm mantido vários elementos da cultura Inca nos seus trajes.
Uma curiosidade...
Venha descobrir um destes exemplares na exposição "Chapéus de todo o mundo", patente na sala dos Usos Sociais até 2 de maio.
domingo, novembro 10, 2013
DOIDOS POR CHAPÉUS | já reservou o seu bilhete?
Um filme de Olivier Vandersleyen, a não perder, nos Paços da Cultura, dia 16 de novembro, pelas 21h30.
O realizador estará presente nesta sessão.
Contámos com a sua presença.
quarta-feira, março 06, 2013
Exposição temporária "As rendas de um chapéu"
Decorados com finas e delicadas rendas, estes chapéus ilustram uma época especial onde as mulheres faziam combinar com rigor e elegância todos os elementos do seu vestuário.
Patente nesta exposição estarão também os chapéus dos alunos da escola secundária José Régio decorados com estas delicadas rendas.
sábado, janeiro 26, 2013
Chapéu do mês: a carapuça da Madeira
No entanto, os trajes típicos desta região são bastante diversificados, devido quer aos microclimas existentes na mesma, quer às influências nacionais e internacionais de que foi alvo, por parte dos primeiros descobridores.
Apenas duas peças coincidem nas indumentárias, feminina e masculina: as botas chãs e a carapuça azul.
A carapuça é uma pequena cobertura de cabeça feita em lã, de cor azul, forrada a encarnado, com a forma de um funil invertido, que tem no alto uma pequena borla e nos lados dois apêndices que, ou se deixam cair sobre as orelhas, ou se levantam, prendendo-se, por vezes, num botão.
Mais do que uma proteção para o sol e para a chuva, esta espécie de barrete, é considerada um ornamento para a cabeça.
No que respeita à sua origem, consta-se que o uso deste barrete remonta a 1857. Admite-se que antes da carapuça se usava "um barrete de lã encarnado ou azul". Segundo alguns etnógrafos é filiada no toucado grego, no gorro medieval, na proveniência semita, em motivos arabescos e orientalizantes e nos usos e costumes de outras regiões portuguesas, nomeadamente o Minho.
O uso desta carapuça é de tal forma comum entre os madeirenses que deu origem a uma expressão popular: enfiar a carapuça. Esta surgiu para designar uma tomada de consciência, indesejada, mas adequada ao momento e à pessoa em questão. Então, assim, “enfia-se a carapuça” quando se sente atingido por comentário ou crítica não personalizados.
Bibliografia:
GÓIS, José Laurindo de, Antigos barretes madeirenses, Da Indumentária e Indústrias Madeirenses, Revista Atlântico, Vol. 6, p. 85-91, disponível em http://www.folcloredamadeira.com/recursos/artigos/antigosbarretes.htm
http://trajesdeportugal.blogspot.pt/2006/09/trajes-da-ilha-da-madeira.html
NÓBREGA, Maria Augusta Correia de, Tradições Madeirenses: A Carapuça, Funchal, 2004.
TEIXEIRA, Madalena Braz, O traje regional português e o folclore VII, disponível em http://www.oi.acidi.gov.pt/docs/Col_Percursos_Intercultura/1_PI_Cap7.pdf
quinta-feira, novembro 15, 2012
Guerreiros - Chapéus com História, arquivo Viarco.
sexta-feira, outubro 12, 2012
Peças do mês: o conformador e o formilho
O primeiro passo consistia na colocação de um pedaço de papel no topo da copa do conformador.
O conformador podia, então, ser removido da cabeça do cliente, e a folha de papel removida do conformador. Esta era recortada de modo a preservar o círculo interno da marcação.
O papel era colocado no interior do formilho, e cada uma das suas peças de madeira ficava ajustada ao mesmo.
Finalmente, o formilho era bloqueado. Era a partir desta base que seria produzida a forma com o formato
exacto da cabeça do cliente.
[Imagens disponíveis em http://www.morningdressguide.com/hats-morning-coat-suits/the-silk-top-hat/ e
http://www.buckaroo.us/hatmaking.shtml]
terça-feira, agosto 14, 2012
sábado, maio 26, 2012
Chapéu do mês - Sombrero
Doado em 2005, este extraordinário exemplar faz parte da coleção “Chapéus de Todo o Mundo”.
Considerado um dos ícones nacionais e culturais do México, o Sombrero foi um chapéu usado por todas as classes sociais, desde os ricos governadores das províncias mexicanas ao mais comum dos lavradores.
Apesar de atualmente já não fazer parte da vestimenta diária mexicana, o Sombrero foi persistindo como parte do traje folclórico nacional e como símbolo identificativo dos mariachi, artistas musicais mexicanos.
Este chapéu serviu bem o propósito da sua criação. Com as suas enormes abas proporcionam sombra suficiente para proteger a zona do pescoço e ombros. O seu nome vem comprovar este facto pois a palavra "sombrero" deriva da palavra espanhola "sombre" que, em português, significa "sombra".
sábado, janeiro 21, 2012
Os chapéus da Costa Braga

Quatro vezes ao ano publicava o catálogo “A Moda”, com formato de revista, o que demonstra o elevado grau de prestígio industrial desta firma. Nessa publicação constavam artigos de opinião, referências aos clientes mais importantes como a Casa Real, bem como cartas de agradecimento de alguns clientes.
Conhecer a história desta emblemática empresa e os chapéus por ela produzidos é o desafio desta exposição.
sexta-feira, novembro 04, 2011
Chapéu do mês - Chapéu de cowboy
O chapéu de cowboy, inventado por John B. Stetson em 1865, é sem dúvida, a peça de vestuário que melhor define quer a cultura norte-americana, quer a própria profissão de vaqueiro. A razão de ser deste chapéu nasceu de necessidades reais existentes nesta profissão e não apenas para ser adorno pessoal.
Neste sentido, o chapéu de cowboy reúne determinadas características, nomeadamente no que respeita à matéria-prima, ao tamanho e ao formato que o tornam distinto.
O feltro, denso, resistente e impermeável protege a cabeça do vaqueiro não apenas do sol mas também dos coices e patadas frequentes a quem anda exposto ao gado. Simultaneamente, a sua impermeabilidade e tamanho permitem que este o utilize como bebedouro para dar água aos cavalos, podendo a sua copa levar entre 4 a 6 litros de água.
O modelo Dallas, ficou mundialmente conhecido por volta de 1980, na série de TV DALLAS, ao ser usado por um dos vilões, o J.R., tendo sido produzido em massa para o mercado norte-americano pela Empresa Industrial de Chapelaria, actualmente Museu da Chapelaria.
Pode ainda ver um exemplar deste modelo na exposição “Os chapéus dos meus heróis”, que está patente na Sala dos Usos Sociais. Lucky Luke será sempre o cowboy de chapéu branco!
sábado, junho 11, 2011
Chapéus do Museu do Traje
Todos os chapéus em exposição pertencem à colecção do Museu Nacional do Traje e encontram-se, actualmente, em depósito, no Museu da Chapelaria.
A década 50, do ponto de vista da moda, tem duas dinâmicas principais, por um lado, o glamour e o esplendor que se recupera após o conturbado período dos anos 40 e, por outro, a afirmação de uma juventude rebelde.
Estamos na época da ascensão do Rock & Roll de Elvis Presley e dos ídolos cinematográficos Marlon Brandon e James Dean. O espírito rebelde é simbolizado através das calças de ganga e casacos de cabedal.
Os Beatnicks dão início ao culto da liberdade ao ritmo do Jazz, do amor livre e do uso das drogas como experiência libertadora da consciência, experiências transpostas para várias correntes artísticas. É este movimento cultural que antecede os Hippies da década seguinte.
O New Look lançado por Christian Dior afirma-se na década de 50. Os vestidos acentuam a cintura fina das mulheres e os sapatos usam-se de salto alto. Os acessórios de luxo como os chapéus, as carteiras e luvas impõem-se no dia-a-dia.
As empresas de cosmética começam a descobrir a publicidade como fonte de transmissão de imagens de beleza. A maquilhagem atinge a sua idade de ouro e marcas como a Revlon, Helena Rubinstein, Elizabeth Arden e Estée Lauder colocam no mercado todo o tipo de sombras, rímel, lápis e delineadores.
O expoente da beleza feminina é representado por actrizes como Grace Kelly, Audrey Hepburn, Rita Hayworth, mas também, Marylin Monroe e Brigitte Bardot, que aliam, como poucas, a ingenuidade e a sensualidade de uma forma que arrebata os corações dos homens e servem de exemplo às mulheres.
A alta-costura parisiense vive o seu período áureo. A Maison Chanel, que esteve fechada durante o período de guerra, volta a abrir portas em 1954. Apesar de já ter 70 anos, Coco Chanel cria algumas peças que marcam o mundo da moda a nível mundial. Outros nomes como Givenchy, Nina Ricci, Dior ou Balenciaga fazem dos anos 50 uma época de sofisticação e classe.
Em 1954, Roger Vivier inventa o salto agulha e é um dos desenhadores de sapatos que mais colabora com Dior e vários outros estilistas da época.
Mas, em contrapartida, à medida que a alta-costura chega ao máximo requinte, nos Estados Unidos, o Ready to Wear (pronto-a-vestir), a par das novas soluções tecnológicas e produção de massa, dá às pessoas o acesso
Mas esta época de glamour estava a chegar ao fim. A guerra-fria, a conquista do espaço, os avanços científicos e as mudanças culturais moldavam o mundo para diferentes caminhos que só se vieram a acentuar na década seguinte.
sábado, abril 02, 2011
Chapéus há muitos! Chapéu de Cantoneiro
sábado, maio 15, 2010
Chapéu do Mês: Sombrero

segunda-feira, abril 05, 2010
Chapéu do Mês - Pickelhaube
Este terá sido desenhado em 1842 por Frederico Guilherme IV, rei da Prússia, apesar da existência de modelos semelhantes no exército russo, tendo sido introduzido por ordem imperial a 23 de Outubro de 1842 na Infantaria prussiana e posteriormente nos restantes principiados alemães.
O Pickelhaube original, de tradução literal, chapéu com ponta, era um capacete de couro envernizado de cor preta, com uma altura entre 34 e 38 cm, que possuía um visor de forma quadrada, um espigão no topo e guarnições em latão ou prata que simbolizavam a Nação. Na Prússia, a imagem mais comum consistia numa águia de asas abertas.
Ao longo da segunda metade do século XIX, o Pickelhaube foi adoptado por forças armadas de vários países, acabando o modelo original por sofrer variações tanto no desenho como nas matérias-primas utilizadas.
Nas variantes mais comuns, o material primário passou a ser o tecido ou o feltro, os espigões ora mudavam de tamanho e formato ora desapareciam para dar lugar a enormes crinas ou plumas.
Com o final da I Guerra Mundial (1914-1918), o Pickelhaube, capacete militar oficial dos estados vencidos (Impérios Alemão, Austro-Húngaro e Turco-Otomano), pelo seu simbolismo imperial ganhou uma conotação tão negativa que acabou por ser gradualmente afastado do cenário militar activo.
A partir da década de 30 do século XX e até à actualidade, passou não só a fazer parte do uniforme de gala das forças armadas ou guarda de honra, mas acabou também por ser adoptado por outras instituições como a polícia, bombeiros, escolas com bandas de música de países de todo o mundo.
Em Portugal, a Unidade de Segurança e Honras de Estado (USHE) que incluí o Esquadrão Presidencial, a Charanga a Cavalo, a Banda da Guarda, o Grupo de Honras de Estado e o Grupo de Segurança, adoptaram o Pickelhaube com algumas variantes no seu fardamento.
Todos os capacetes são de cor preta com visor quadrado ou triangular e contêm a imagem do Escudo de Armas de Portugal na guarnição frontal, as variações encontram-se no espigão, tendo uns apenas o espigão e noutros foi adicionada ao mesmo uma longa crina branca.
sábado, janeiro 16, 2010
Chapéu do Mês: Toque

A mais antiga remonta a 1170 a.C, na Assíria, onde os chefs de cozinha eram os únicos a quem era permitido usar um adorno de cabeça semelhante à coroa do seu soberano.
Outra história aponta a sua origem para as cozinhas dos castelos, onde as gorduras acumuladas no tecto caiam com frequência e, para proteger as cabeças dos chefs, as governantas engomavam panos que, depois de enrolados na cabeça, formavam um cilindro alto com uma bolsa no topo onde eram colocados pedaços de tecido para amortecer a queda da gordura.
Ao longo dos séculos o Toque foi ganhando forma e cor e, em meados do século XVIII, o chef Antoine Careme terá introduzido a cor branca para o chapéu, símbolo da higiene que deveria existir nas cozinhas, e diferentes alturas na sua copa, simbolizando estas o status do chef.
Por esta altura havia ainda muitas variações, os espanhóis usavam boinas de lã ou algodão; os alemães adoptaram um chapéu parecido ao barrete frígio com uma bola no topo; os ingleses tinham chapéus escoceses endurecidos e coifas pretas.
Contudo apesar de todas estas variantes, o Toque era usado com uma função simbólica e funcional, tendo sido concebido para manter o cabelo do chef limpo, para permitir a circulação de ar no seu interior arrefecendo a cabeça de quem o usa, para prevenir a queda de cabelo na comida e para absorver a transpiração acumulada na testa.
Provavelmente devido ao nível de conforto e à sua imponência, o Toque alto branco plissado que todos conhecemos como chapéu de chef, acabou por se tornar o modelo mais adoptado no século XX.
E já agora, sabia que?
Alguns chefs tinham por costume guardar as suas receitas dentro dos seus chapéus para que não as perdessem nem as pudessem roubar?
Os grandes chefs afirmavam que conseguiam servir, durante um ano, um prato de ovo diferente e com sabores diferentes. O Toque alto moderno passou a ser fabricado com 100 plissas na copa, que simbolizavam esta rara capacidade.
sexta-feira, junho 13, 2008
A Lenda de São Tiago
"São Tiago Maior"(1661) - Rembrandt












