Mostrar mensagens com a etiqueta sala usos sociais. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta sala usos sociais. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, fevereiro 15, 2018

Às quartas no Museu | 21 fevereiro



Todas as quartas-feiras, o Museu da Chapelaria propõe visitas temáticas às suas exposições e oficinas criativas especiais.

Para o dia 21 de fevereiro sugerimos:

Visita “Histórias de chapéus" [exploração da exposição temporária "Chapéus de todo o Mundo“]
A cartola, o chapéu de coco e o sombrero mexicano são chapéus que todos conhecemos, mas será que sabemos a sua história? Venha conhecer as histórias dos chapéus de todo o globo. Ao mesmo tempo, Daniel Serra Vaz e Manuel Pinho, colecionadores de chapéus e viajantes apaixonados, partilharam com o Museu da Chapelaria algumas das suas histórias que agora partilhamos com o público. As histórias dos colecionadores são como as dos viajantes: deliciosamente intermináveis!

Público-alvo | Jardim de Infância, do 1º Ciclo do Ensino Básico ao Secundário, Público com necessidades especiais, seniores, público geral

Para mais informações e inscrições, p.f. contacte o Serviço Educativo do Museu através do 256 200 206 ou pelo e-mail museu.chapelaria@gmail.com

sábado, junho 20, 2015

HOJE | 16h00 | inauguração da exposição "Do Glamour à Minissaia. A Moda de 50 e 60"

O Museu da Chapelaria comemora, a 22 de Junho de 2015, dez anos de existência.
Celebrando esta data, inauguramos hoje, pelas 16h00, a exposição "Do Glamour à Minissaia. A Moda de 50 e 60".
A inauguração contará ainda com a performance do grupo de dança do Centro de Cultura e Desporto de S. João da Madeira que transportará os visitantes, através da dança e da música, até aos anos 50 e 60 do século passado.
Com esta exposição apresentam-se alguns dos mais extraordinários exemplares de chapéus da coleção em depósito do Museu Nacional do Traje, propondo-se ao visitante uma viagem única pelo glamour dos anos 50 e pela irreverência dos anos 60. Mais do que falar de chapéus procura-se entender o tempo em que estes foram usados. Entre o início da década de 50 e o fim da década de 60, profundas mudanças sociais e culturais alteraram de forma irreversível a sociedade e, porque a moda é filha do seu tempo, também esta refletiu, qual espelho, o impacto de todas essas mudanças.
A entrada no Museu da Chapelaria será gratuita entre os dias 20 e 22 de Junho, sendo que segunda-feira estaremos abertos em horário normal.
Por isso, convidamos todos a juntarem-se a esta festa e a celebrarem conosco dez anos de chapéus e muitas histórias.
Esperamos por si.

quarta-feira, outubro 08, 2014

CONVITE : Exposição temporária "Miss Knott. A secretária virtuosa do Sr. Calouste Gulbenkian" - 11 de outubro

A Câmara Municipal de S. João da Madeira e o Museu da Chapelaria convidam V. Exas. para a inauguração da exposição temporária "Miss Knott. A secretária virtuosa do Sr. Calouste Gulbenkian", no próximo dia 11 de outubro, pelas 16h00, no Museu da Chapelaria.
Maria Helena Knott nasceu em 1922 e faleceu em 2006. Estudou em Inglaterra durante 4 anos. Em 1948 passou a trabalhar como assistente do Sr. Calouste Gulbenkian. Para além dos seus belíssimos chapéus, esta exposição é composta por vestidos e outros acessórios de moda que a Miss Knott utilizou em diversos momentos sociais, revelando o glamour e elegância dos anos 50 em Portugal.

sábado, julho 26, 2014

O bivaque e a Mocidade Portuguesa

 
No âmbito da reforma do Ministério da Educação Nacional, de 1936, foi definida a criação de uma organização nacional e pré-militar para a juventude portuguesa, que visava o "desenvolvimento integral da sua capacidade física, a formação de carácter e a devoção à Pátria", intitulada Mocidade Portuguesa.
Esta organização, regulamentada pelo Decreto nº 27.301, de 4 de Dezembro de 1936, de forte componente católica, devia não só promover a educação moral, cívica e pré-militar, em harmonia com os princípios consagrados no Regimento da Junta Nacional de Educação, como também cultivar nos seus filiados a educação tradicional, incutindo na juventude os valores patrióticos e nacionalistas do Estado Novo.
O bivaque era parte integrante da farda oficial da Mocidade Portuguesa, e simbolizava o culto do dever militar, sendo proibido andar na rua sem bivaque na cabeça.
Na exposição temporária "Chapéus há muitos... na coleção do Museu" encontra-se exposto um exemplar que foi usado por Manuel Pinho em 1955, altura em que esteve filiado nesta organização nacional, tendo sido colocado em depósito no Museu da Chapelaria em 2012.
Conheça este e outros chapéus cheios de História e histórias no Museu da Chapelaria.
Aproveite este fim-de-semana para nos visitar!
Créditos da imagem: Portugal é grande, Livro de Leitura para o 1.º Ciclo dos Liceus, ilustração de Alfredo Moraes, Livraria Popular de Francisco Franco, 1937 ilustração de Alfredo Moraes para um Livro de Leitura dos Liceus (disponível aqui)

sexta-feira, julho 04, 2014

Nova exposição temporária | Chapéus há muitos... na coleção do Museu

Quando, em 2005, o Museu da Chapelaria abriu as suas portas, a coleção de chapéus do seu acervo rondaria as centenas. A maior parte desses chapéus provinham, fundamentalmente, de duas grandes fábricas, a Empresa Industrial de Chapelaria e a Viarco.
Volvidos nove anos, o Museu incorporou cerca de 3.000 chapéus, alguns em regime de depósito mas a maior parte doados por dezenas de colecionadores privados.
O vasto universo do seu acervo tem permitido, ao longo dos anos, a realização de muitas exposições temporárias que visam apresentar este acessório naquilo que ele representa social e culturalmente. Perceber as diferentes culturas do Mundo ou os universos particulares de pessoas e comunidades excecionais, através dos chapéus usados, tem sido um dos vetores principais de análise e síntese.
O acervo encontra-se organizado em diversas categorias de estudo e em sub-coleções temáticas que destacam a proveniência geográfica, os contextos de uso e as comunidades culturais que representam. A tudo isso, juntam-se as histórias de vida e as memórias das pessoas que usaram o chapéu.
Com esta exposição apresentamos, pela primeira vez, precisamente algumas dessas sub-coleções, estruturadas tematicamente por chapéus militares, religiosos, de uso profissional, de cerimónia, de designers, desportivos e de trajes populares, que permitem ao nosso visitante perceber, não apenas a dimensão, como a diversidade e complexidade do nosso acervo.

quarta-feira, março 26, 2014

Chapéu de nazarena | Chapéus de todo o mundo

imagem disponível em http://www.matriznet.dgpc.pt/MatrizNet/Objectos/ObjectosConsultar.aspx?IdReg=287208

O traje nazareno reflete toda a identidade da terra de pescadores da Nazaré, e é, ainda hoje, usado regularmente pelas nazarenas.
É na pesca e nos trabalhos associados ao mar que este traje, tão singular, encontra toda a sua essência.

Para além das conhecidas "sete saias", o chapéu da nazarena é uma das peças de indumentária popular mais simbólicas e identificáveis deste traje.
Este chapéu de forma cilíndrica, com aba revirada, é feito em feltro de lã de cor preta. A sua particularidade assenta na decoração: uma fita de gorgorão preta à volta da copa que remata no lado direito com pompom de fio de seda preta.
Geralmente, no seu interior, as nazarenas colocavam uma rodilha para enformar a copa, e um lenço a cobrir os cabelos.

imagem disponível em http://trajesdeportugal.blogspot.pt/

Uma curiosidade...
Em caso de viuvez, o pompom é retirado do chapéu de nazarena.

Poderá encontrar este e outros chapéus tipicamente portugueses na exposição "Chapéus de todo o mundo", patente na sala dos Usos Sociais do Museu da Chapelaria até ao dia 2 de maio.

segunda-feira, março 24, 2014

O barrete de campino | Chapéus de todo o mundo

imagem disponível em http://www.prof2000.pt/users/avcultur/postais/Trajestipicos05.htm

As formas de trajar foram, desde sempre, fundamentais para a identificação social, cultural e profissional dos povos.

O traje do campino do Ribatejo, altivo na sua montada, com o seu pampilho, era composto por um colete encarnado e jaqueta, faixa vermelha à cintura, calça azul, meias brancas até ao joelho e sapato de prateleira com esporas. 
Ao invés dos outros trabalhadores rurais da mesma região e dos pescadores de toda a Beira Litoral, que usavam o barrete preto, os campinos do Ribatejo usavam barrete verde com orla a vermelho, sugerindo as cores da bandeira nacional.

Uma curiosidade...
o barrete preto usado pelas pessoas que trabalhavam no campo e pelos pescadores de toda a Beira Litoral, além de servir de agasalho, servia também de algibeira para guardar o tabaco, fósforos e dinheiro, mantendo-os assim, no fundo do seu forro, sem apanhar humidade.

Poderá encontrar este e outros modelos de chapéus dos trajes tradicionais portugueses na exposição "Chapéus de todo o mundo", patente na sala dos Usos Sociais do Museu, até ao próximo dia 2 de maio.

sábado, março 08, 2014

"Chapéus de todo o Mundo" regressa ao Museu



Se ao prazer da viagem for aliado o gosto pela história e pela cultura, corremos o risco de querer trazer connosco um pouco de todos esses lugares que nos são diferentes mas que, no fundo, não são mais do um de “nós” em outro contexto cultural.

A exposição “Chapéus de todo o Mundo” representa muitas dessas viagens e resulta da generosidade de todos os viajantes que ofereceram ao Museu o chapéu que adquiriram em diversas partes do Mundo.

Retratar simbolicamente a cultura de determinado País, através de um chapéu, é o desafio desta exposição, que propõe aos seus visitantes o confronto com o Outro e com as especificidades sociais e culturais que ajudam a construir múltiplas identidades.

De certo modo, pretendemos levar o visitante a refletir acerca da riqueza humana que agrega e consolida os povos porque, como diria Daniel Serra Vaz, um dos maiores colecionadores privados de chapéus, esta exposição “permite dar a volta ao mundo sem sair do mesmo local”.

Exposição patente na sala dos Usos Sociais

sábado, fevereiro 15, 2014

Elisabeth Teixeira


Elisabeth Teixeira é uma marca de moda que exibe uma fusão explosiva entre o glamour de Paris e o lado negro de New York. Estas duas culturas estão unidas pelo uso de materiais nobres, formas texturadas e padrões não convencionais confeccionados em atelier. Tem a capacidade de trazer vestidos e peças da runway para o ready-to-wear, permitindo criar um estilo pessoal forte, evidenciando a personalidade de quem veste. 
Ao longo de 9 anos de carreira, Elisabeth Teixeira distingue-se no mercado português e além fronteiras. A sua infância em Paris está presente na sua marca e incorpora um carácter elegante e sofisticado com influências na simplicidade das formas de Madeleine Vionnet criando volumetrias inesperadas e românticas. A sua adolescência foi inspirada por vários ícones americanos como N.W.A, RUN DMC e Shaft. Desde 2009 colabora com a Associação do Calçado - APICCAPS, sendo uma das designers convidadas para as campanhas da Portuguese Shoes no mercado Nacional e Internacional em publicações para a Vogue Portugal e Vogue Itália. Ganhou o prémio ‘Programa Alliance’ sendo um dos ICONES de moda em Portugal.

http://www.elisabethteixeira.com/Brand


Venha conhecer este modelo da coleção Verão 2013 e outros dois modelos da coleção nova de verão 2014 na exposição "Os criadores nacionais e os seus chapéus", patente na sala dos Usos Sociais, até 22 de fevereiro.

sexta-feira, fevereiro 14, 2014

Filipe Faísca


Aqui está um dos oito modelos que o estilista Filipe Faísca selecionou para a exposição "Os criadores nacionais e os seus chapéus".

Venha ao Museu da Chapelaria conhecer estes extraordinários modelos. 
A exposição termina a 22 de fevereiro.

quinta-feira, fevereiro 13, 2014

Alves / Gonçalves


Moda de autor de espírito “couture”. Afastado de passados rebuscados, sempre com uma forte dose de sensualidade. Criações que refletem um sonho onde imperam a sofisticação e a qualidade.

Percurso iniciado em 1984 com a abertura das primeiras lojas situadas no Bairro Alto e em que são comercializadas coleções de Homem e Senhora.
As coleções de "Homem" cedo se notabilizam pela reinterpretação de um estilo clássico sob um ponto de vista contemporâneo, solidamente apoiado numa apurada sensibilidade de alfaiataria.

Com "Senhora" tem-se vindo a desenvolver a visão de uma mulher muito feminina e “chic”, construída a partir de uma base de rigor e sensibilidade.

Chapéu da coleção Outono / Inverno 2011, patente na exposição "Os criadores nacionais e os seus chapéus", até dia 22 de fevereiro.

quarta-feira, fevereiro 12, 2014

Um chapéu com muita magia | Katty Xiomara


É uma cartola branca com pequenas estrelas recortadas, com aplicações em tule e cetim dourado, a caírem como se fosse uma cabeleira, de forma a torná-lo mais feminino.

O chapéu foi pensado com o intuito de ser leiloado a favor de uma fundação de crianças. O objectivo é mágico, e acreditar que alguma coisa pode ser feita faz com que seja ainda mais mágico.

Katty Xiomara

Este chapéu foi criado no âmbito do leilão "Um chapéu por um sorriso", uma parceria entre o Museu da Chapelaria e a Fundação do Gil.
Poderá vê-lo na exposição "Os criadores nacionais e os seus chapéus", na sala dos Usos Sociais do Museu da Chapelaria, até ao próximo dia 22 de fevereiro.

"INÊS by STORYTAILORS"


...Quando uma cartola inglesa de 1900 se apaixona por um véu português de 1950...
Esta frase podia fazer parte da história deste chapéu em que “casámos” os dois acessórios. 

Com ele coroámos uma mulher inspirada noutra grande mulher, num desfile que aconteceu em 2011 na escadaria do mosteiro de Alcobaça, e que contou a história do romance da nossa Inês de Castro. Durante este desfile, mostrámos Inês em vários visuais numa retrospectiva de peças Storytailors criadas desde o nosso início de carreira.

Storytailors

Exposição temporária "Os criadores nacionais e os seus chapéus"
patente na sala dos Usos Sociais do Museu da Chapelaria até 22 de fevereiro.

terça-feira, fevereiro 11, 2014

“1846” | Celsus

Chapéu inspirado no filme “Gangs of New York", que faz parte da coleção "1846 [Five Points]", apresentada no Portugal Fashion em 2009, coleção de tributo ao mestre da sétima arte, Martin Scorsese.

Feito à mão, em cetim, com fita de cetim e aplicação de flor em tecido, este chapéu é, sem dúvida, um acessório elegante que retrata com charme, sedução e requinte a década de 40 do séc. XIX, mas que, através de todo o trabalho desenvolvido por CELSUS nas peças, tem a capacidade de nos transportar para a atualidade.

Celso Assunção

Chapéu em exposição na sala dos Usos Sociais do Museu da Chapelaria até 22 de fevereiro.


"Cartolinha" | Celsus



Este chapéu faz parte da coleção "Black Rose", apresentada na semana da moda da Bielorússia.
Por detrás do rígido universo de James Bond existe uma mágica sedução. O elemento feminino domina o poder da elegância a negro. Uma mulher sensual, exótica, de silhueta firme e elegante, feminina e esguia, de cintura vincada.
Num ambiente extremamente sedutor, evidenciamos o requinte das mulheres de Bond, misteriosas e belas.
Este chapéu acaba por ser menos um chapéu e mais um apontamento de elegância numa cerimónia.

Toda a sua estrutura é em feltro preto proveniente da FEPSA. O molde, processo de costura e acabamento desta pequena cartola retratam o saber dos artesãos de São João da Madeira na arte de bem fabricar chapelaria. O design, acompanhamento e acabamentos manuais são propriedade do atelier Celsus.

Celso Assunção

Venha conhecer este e outros impressionantes modelos na exposição "Os criadores nacionais e os seus chapéus", patente na sala dos Usos Sociais do Museu da Chapelaria, até ao dia 22 de fevereiro.

segunda-feira, fevereiro 10, 2014

"O chapéu mais criativo" e "Ouro em fita" | Anabela Baldaque

Até ao próximo dia 22 de fevereiro poderá encontrar estas duas belíssimas criações de Anabela Baldaque, na exposição "Os criadores nacionais e os seus chapéus".

O chapéu com aplicações em papel kraft, criado no âmbito do concurso “O chapéu mais criativo”, insere-se no programa artístico e social do Congresso Nacional de Psicologia: “Os Chapéus Psicológicos de Pessoa”, organizado, em 2012, pela Universidade Fernando Pessoa – Porto. Após a realização deste concurso o chapéu foi doado ao Museu da Chapelaria.

O chapéu "Ouro em fita”, é modelado com fita de gorgorão preta dourada a lumex, e a sua terminação inclui um arame que lhe permite adquirir várias formas. É ainda ornamentado por um pássaro em fita preta e bege. Este chapéu foi criado no âmbito do leilão "Um chapéu por um sorriso", uma parceria entre o Museu da Chapelaria e a Fundação do Gil.

"Combo" | Sara Lamúrias | Aforestdesign


Boné-com-trança (cap-with-braid) da coleção COMBO (2008-09), um evento que se instalou em lojas tradicionais portuguesas de norte a sul do país, tendo sido também apresentado na Expo Shangai 2010 e na Bienal de Design 2009 da Coreia do Sul.

O boné-com-trança foi produzido numa fábrica de chapelaria de alta qualidade, em felpa 100% algodão cinzento mesclado, um dos materiais preferidos da Aforestdesign, numa edição limitada e numerada de 100.


Sara Lamúrias
Nasceu em Lisboa em 1976. Licenciou-se em Design de Moda pela Faculdade de Arquitectura de Lisboa, em 2002.
Estagiou na marca Bless, em Berlim e, de seguida, iniciou um projeto próprio ao qual chama "aforestdesign", que desde março de 2005 integra a plataforma LAB da ModaLisboa.
Em 2008, com o Projeto Combo, ganha um apoio pontual da Direção Geral das Artes e a acreditação do Centro Português de Design.




Poderá encontrar este e outros modelos de criadores nacionais até ao próximo dia 22 de fevereiro, na exposição "Os criadores nacionais e os seus chapéus", na sala dos Usos Sociais do Museu da Chapelaria.

domingo, fevereiro 09, 2014

"O luxo da beleza" | Pedro Mourão


Inegavelmente, tudo o que cria é uma extensão da sua personalidade, uma oportunidade de partilhar com outros aquilo que tem estado no centro do seu modo de estar: viver rodeado de beleza. Esta prática estética, tantas vezes teorizada ao longo da história, poderia hoje parecer-nos fora do alcance da maioria das pessoas, dado o mundo frenético de produção em massa em que vivemos. Pedro Mourão mostra-nos que essa prática estética é bem possível. De facto, para além da beleza do luxo, que quase todos reconhecem e que ele inegavelmente celebra nas suas roupas e nos objetos que seleciona para os seus projetos, Pedro Mourão alerta-nos para algo muito mais subtil: o luxo da beleza. E esse luxo está bem ao nosso alcance, seja num arranjo de flores com apenas uma rosa vermelha e uma folha de erva, seja na luz que escolhemos para uma sala. 

www.pedromourao.com

Chapéu patente na exposição "Os criadores nacionais e os seus chapéus", na sala dos Usos Sociais do Museu da Chapelaria até 22 de fevereiro.

"Blind" | Ricardo Andrez



Ricardo Andrez é natural do Porto, formado em Design de Moda pela Cooperativa Árvore e pelo Citex, no Porto. 
O jovem designer explora imagens e produtos, tendo como mote: Pensar em Moda é pensar o corpo. 
Com o vestuário masculino como objeto de investigação, Ricardo Andrez lança a sua própria marca em 2006, reinterpretando, desde então, o sportswear e o streetwear.

O chapéu pertence à coleção Primavera-Verão 2014.

Poderá encontrá-lo até 22 de fevereiro, na sala dos Usos Sociais do Museu da Chapelaria, na exposição " Os criadores nacionais e os seus chapéus".

sábado, fevereiro 08, 2014

"Ilusão" | Katty Xiomara

 
Este chapéu fez parte da coleção de Inverno 2011/2012 intitulada “Ilusão” cuja inspiração recai no encanto mágico e na elegância decadente dos ilusionistas do início do século XX. A atmosfera criada pelos acessórios está carregada de clichés. O resultado é a aplicação de uma pequena bola de pelo simulando a cauda de um coelho branco que escapa da cartola do mágico.

Esta peça foi confecionado pela empresa Fepsa e posteriormente customizado pelo nosso atelier.

Katty Xiomara

Exposição "Os criadores nacionais e os seus chapéus" | 
até 22 de fevereiro na sala dos Usos Sociais do Museu da Chapelaria