Mostrar mensagens com a etiqueta chapéus há muitos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta chapéus há muitos. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, agosto 02, 2016

próximo sábado | 6 de agosto | Programa Famílias


O primeiro sábado de cada mês é inteiramente dedicado às Famílias e o museu propõe-lhe que traga a sua para realizar divertidas visitas temáticas, oficinas e muitos jogos!
Reúna toda a sua família e venha ao Museu da Chapelaria descobrir segredos, desvendar mistérios e divertir-se com as diversas atividades que temos para si. 
Traga os seus filhos, pais, avós e amigos e passe um sábado “de se lhe tirar o chapéu” no Museu da Chapelaria.

Programa Famílias | 06 de agosto
Oficina criativa “Grande pala, meu!”
Que calor está hoje, preciso de um chapéu!
Nesta oficina, recorrendo aos mais variados materiais, vamos construir um chapéu fresco e arejado.
Mas cuidado… não o deixes voar!

Atelier para crianças entre os 5 e os 14 anos e respetivos pais, avós, tios e tias…
Esta atividade decorre em dois horários diferentes: 11h00 e 15h00.
Atividade gratuita, mediante marcação prévia.

sábado, julho 26, 2014

O bivaque e a Mocidade Portuguesa

 
No âmbito da reforma do Ministério da Educação Nacional, de 1936, foi definida a criação de uma organização nacional e pré-militar para a juventude portuguesa, que visava o "desenvolvimento integral da sua capacidade física, a formação de carácter e a devoção à Pátria", intitulada Mocidade Portuguesa.
Esta organização, regulamentada pelo Decreto nº 27.301, de 4 de Dezembro de 1936, de forte componente católica, devia não só promover a educação moral, cívica e pré-militar, em harmonia com os princípios consagrados no Regimento da Junta Nacional de Educação, como também cultivar nos seus filiados a educação tradicional, incutindo na juventude os valores patrióticos e nacionalistas do Estado Novo.
O bivaque era parte integrante da farda oficial da Mocidade Portuguesa, e simbolizava o culto do dever militar, sendo proibido andar na rua sem bivaque na cabeça.
Na exposição temporária "Chapéus há muitos... na coleção do Museu" encontra-se exposto um exemplar que foi usado por Manuel Pinho em 1955, altura em que esteve filiado nesta organização nacional, tendo sido colocado em depósito no Museu da Chapelaria em 2012.
Conheça este e outros chapéus cheios de História e histórias no Museu da Chapelaria.
Aproveite este fim-de-semana para nos visitar!
Créditos da imagem: Portugal é grande, Livro de Leitura para o 1.º Ciclo dos Liceus, ilustração de Alfredo Moraes, Livraria Popular de Francisco Franco, 1937 ilustração de Alfredo Moraes para um Livro de Leitura dos Liceus (disponível aqui)

domingo, julho 13, 2014

No domingo passado foi assim...

No passado domingo, os lobitos do Agrupamento 534 de Nogueira do Cravo do Corpo Nacional de Escutas vieram ao Museu da Chapelaria.
Esta visita foi bastante especial porque, na exposição temporária "Chapéus há muitos... na coleção do Museu" encontram-se expostos dois modelos de chapéus que integram o uniforme dos Escutas: o chapéu Baden-Powell e a boina.
Para além da visita, este grupo bastante animado participou na atividade do Programa Famílias e construiu um papagaio em forma de chapéu.
Aqui ficam algumas imagens destes momentos tão especiais.

 

sábado, agosto 31, 2013

O que disse a imprensa


"O Museu da Chapelaria, em São João da Madeira, preserva a identidade da cidade que foi a maior produtora de chapéus no Portugal do início do século XX.

A história do Museu da Chapelaria tem de começar a ser contada pelo edifício onde está instalado. Construído em 1914, albergava a "Fábrica Nova" da Empresa Industrial de Chapelaria do industrial António José de Oliveira Júnior. Sendo uma unidade de grandes dimensões, assume uma grande importância na economia nacional. A tal ponto que o governo da época premeia o seu proprietário com o diploma de Mérito Industrial e Agrícola.

 Mas as memórias da "Fábrica Nova" não contam apenas sucesso. Apesar de ter sido um modelo para muitas outras fábricas da indústria chapeleira, a sua aceitação não foi pacífica. Ao introduzir maquinaria moderna na produção, a nova fábrica abandona os modos tradicionais de fabrico de chapéus. A mudança traz descontentamento aos trabalhadores da antiga fábrica que veem nessa "revolução industrial" uma ameaça ao seu emprego. Geram-se rebeliões, agitadas pelos movimentos operários da chapelaria. E só param quando os gerentes da fábrica se comprometem a manter todos os postos de trabalho.

Entre as inovações na produção de chapéus, estão dois produtos que fazem a história na Empresa Industrial de Chapelaria e do seu fundador. António José de Oliveira Júnior foi pioneiro na introdução do fabrico do chapéu de pelo, em 1891. E foi ainda o criador do chapéu de lã fina. Uma moda que viria a por em desuso o chapéu de lã grosseiro, até então produzido. Sendo a única empresa do país a possuir as máquinas e a técnica de fabrico desta "novidade" a empresa consegue ainda manter o monopólio das vendas por muitos anos. E prosperar até à década de 60. Mais anos virão, mas já de declínio. Até que em 1995 a fábrica encerra. "

Para ler o resto da notícia abra este link.