Mostrar mensagens com a etiqueta Gestão de Colecções. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Gestão de Colecções. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, março 26, 2014

Chapéu de nazarena | Chapéus de todo o mundo

imagem disponível em http://www.matriznet.dgpc.pt/MatrizNet/Objectos/ObjectosConsultar.aspx?IdReg=287208

O traje nazareno reflete toda a identidade da terra de pescadores da Nazaré, e é, ainda hoje, usado regularmente pelas nazarenas.
É na pesca e nos trabalhos associados ao mar que este traje, tão singular, encontra toda a sua essência.

Para além das conhecidas "sete saias", o chapéu da nazarena é uma das peças de indumentária popular mais simbólicas e identificáveis deste traje.
Este chapéu de forma cilíndrica, com aba revirada, é feito em feltro de lã de cor preta. A sua particularidade assenta na decoração: uma fita de gorgorão preta à volta da copa que remata no lado direito com pompom de fio de seda preta.
Geralmente, no seu interior, as nazarenas colocavam uma rodilha para enformar a copa, e um lenço a cobrir os cabelos.

imagem disponível em http://trajesdeportugal.blogspot.pt/

Uma curiosidade...
Em caso de viuvez, o pompom é retirado do chapéu de nazarena.

Poderá encontrar este e outros chapéus tipicamente portugueses na exposição "Chapéus de todo o mundo", patente na sala dos Usos Sociais do Museu da Chapelaria até ao dia 2 de maio.

sábado, março 22, 2014

Akubra | Chapéus de todo o mundo


Os aborígenes australianos não tinham por hábito cobrir a cabeça. Com a colonização europeia chegou também o chapéu europeu. 
O modelo que se difundiu, um pouco por todo o continente da Oceânia, foi o de aba e copa larga que, com o passar do tempo, foi sendo decorado com materiais da região, como por exemplo, dentes de crocodilo, penas ou, ainda, pele de cobra.

O Akubra, mais do que um chapéu, é um autêntico ícone australiano.
Em 1874, Benjamin Dunkerley, oriundo de Inglaterra, decidiu abrir, na Tasmânia, uma chapelaria, a "Akubra Hat Factory".
Rapidamente, os seus chapéus de aba e copa larga ficaram conhecidos como os Akubra.

Este modelo foi imortalizado no cinema por Michael J. Dundee, conhecido como Crocodile Dundee.
Este é um caçador de crocodilos de um lugar isolado da Austrália. Pelas notícias que sobre ele chegam aos Estados Unidos, um periódico de Nova Iorque decide enviar uma jornalista para acompanhar as aventuras de Dundee. 
A filha do editor do jornal é escolhida para a tarefa. Depois de enviar várias matérias sobre Dundee ao periódico, e saber do êxito que teve, Sue convence-o a acompanhá-la a Nova Iorque para que o público o conheça melhor. Na grande cidade, tudo é novo e estranho para o caçador australiano, habituado a viver isolado.

quarta-feira, março 19, 2014

Kayleen | Chapéus de todo o mundo



A grande dimensão do continente africano e as suas diferenças climatéricas determinam a sua imensa variedade étnica e cultural.
O material usado na confeção dos chapéus africanos pode ser o algodão, a ráfia ou as fibras de plantas locais. Penas e dentes de animais, missangas e pequenos búzios são usados na decoração dos chapéus e ilustram o poder, status, prestígio de quem os usa.
 
O Kayleen, é um dos chapéus utilizados pelos Kuba, uma tribo da República Democrática do Congo.  
Este exemplar é decorado com missangas e búzios e destina-se a ser usado por nobres.

Uma curiosidade...
Sabia que os búzios eram usados ​​por toda a África como uma forma de moeda?
 
Venha descobrir um destes exemplares na exposição "Chapéus de todo o mundo", patente na sala dos Usos Sociais até 2 de maio.  
 
Imagem retirada de http://www.africaandbeyond.com/Lega-hat-B-congo.html

sábado, março 15, 2014

Montera | Chapéus de todo o mundo



 
O traje tradicional Quechua, dos habitantes do Peru, é bastante diversificado em questões de cor, pormenores e estilo, e difere de região para região.
Estes trajes tradicionais Quechuas, são ainda hoje usados ​​diariamente nos Andes peruanos .

O Montera é um dos chapéus típicos do traje feminino do Peru.
Este modelo remonta à civilização Inca. Apesar dos muitos séculos de imposição cultural ocidental, os habitantes do Peru têm mantido vários elementos da cultura Inca nos seus trajes.

Uma curiosidade...
Pelas franjas destes chapéus, é possível decifrar o estado civil da senhora ou menina que o está a usar.

Venha descobrir um destes exemplares na exposição "Chapéus de todo o mundo", patente na sala dos Usos Sociais até 2 de maio.

quarta-feira, março 12, 2014

Chapéus do Mundo | Concurso "A minha escola adota um museu, um palácio, um monumento..."


Se ao prazer da viagem for aliado o gosto pela história e pela cultura, corremos o risco de querer trazer connosco um pouco de todos esses lugares que nos são diferentes mas que, no fundo, não são mais do um de “nós” em outro contexto cultural. 
A exposição “Chapéus de todo o Mundo” representa muitas dessas viagens e resulta da generosidade de todos os viajantes que ofereceram ao Museu o chapéu que adquiriram em diversas partes do Mundo. 

Em 2013, esta exposição serviu de testemunho a um grupo de 5 alunas do Colégio das Terras de Santa Maria. No âmbito do concurso “A minha escola adota: um museu, um palácio, um monumento…” as alunas Diana Maria Pinão Esteves; Filipa Barbosa Brito da Silva; Francisca Moutinho Ribeiro da Silva e Sousa; Inês Domingues de Brito e Sofia Ivana Cardoso (sob a responsabilidade da professora Clarisse Isabel Neves Pinão) foram premiadas no domínio da produção escrita com "Chapéus do mundo":

Chapéus do mundo

Chapéus há muitos, com certeza
No mundo, em diferentes nações…
Espelham as raízes de um povo
E revelam as suas tradições.

Quem não associa o sombrero
Ao México, país sem igual?
É um chapéu emblemático
Da sua entidade cultural.

E na Rússia, gélido país?
O ushanka é indispensável
Protege os seus habitantes, 
Mantém o povo saudável.

Já em terras de sua majestade,
Assiste-se ao render da guarda
Com os seus bearskins, pele de urdo preto,
Que complementam a sua real farda.

Iaiá se usa na China
Dito país do Sol Nascente. 
Onde predominam as antigas tradições
Ainda seguidas por muita gente.

A conhecida boina francesa
Do país do vinho e do queijo
Paris, a cidade do amor
Perfeita para o primeiro beijo.

Turbante, real chapéu
Dos desertos perdidos das Arábias
Aonde príncipes e princesas
Protagonizaram histórias imaginárias.

Kipah, chapéu dos judeus
Utilizado na religião
Crenças, pedidos, orações
Que emanam do coração

Na grande ilha da Europa
Mora o chapéu de coco inglês
É simplesmente essencial
A quem quer parecer cortês.

Nos desertos australianos
O Akubra é influente
Um chapéu bastante antigo
E que ainda hoje está presente.

Em terras irlandesas
Os duendes usam cartola
Nos seus festivais de cerveja
É sempre uma grande festarola.

O Mitra pertence ao Papa,
É chapéu religioso
Em toda a cidade de Roma
Não há dono mais zeloso.

A carapuça madeirense 
Vem, do meio do oceano,
Com os seus microclimas
É agradável todo o ano.

É com o Tarbush-fez
Que os turcos percorrem a cidade
Com muito orgulho demonstram
A sua nacionalidade.

Dos Índios da América 
Vem o glorioso Cocar
É um símbolo de poder, 
E o maior é de quem mandar.

E como estes chapéus 
Têm tanto para contar
Permitem-nos a nós todos
Pelo Mundo viajar.

Se pretende mais informações sobre o concurso "A minha escola adota um museu, um palácio, um monumento...", clique aqui.
O prazo de entrega dos trabalhos termina a 4 de abril.

terça-feira, novembro 12, 2013

21 DE NOVEMBRO | OS CRIADORES NACIONAIS E OS SEUS CHAPÉUS




No próximo dia 21 de novembro, no âmbito das IV Jornadas de Museologia cujo tema incide sobre "Os museus na era da economia criativa", irá inaugurar, pelas 18h00, na sala dos Usos Sociais, a exposição temporária "Os criadores nacionais e os seus chapéus".

Diversos criadores nacionais têm vindo a introduzir nas suas coleções de prêt à porter ou alta-costura, o chapéu como acessório de moda. Esta exposição apresenta alguns dos mais belos chapéus produzidos recentemente por diversos designers portugueses e que desfilaram em lugar cimeiro nas passarelas do mundo inteiro.

Filipe Faísca, Miguel Vieira, Katty Xiomara, Carlos Gil, José António Tenente e Celsus são alguns dos nomes que figuram nesta exposição, a não perder, no Museu da Chapelaria até 23 de fevereiro de 2014.

segunda-feira, julho 08, 2013

13 de julho | Workshop de Preservação de Património Têxtil

No próximo dia 13 de julho, a ARGO Arte, Património & Cultura irá realizar, no Museu da Chapelaria, um workshop de preservação do património têxtil.

Formadora: Eva Armindo

Horário: 10H00 - 13H00 e 14H00 - 18H00

Objectivos do workshop: 
Contribuir para a familiarização com os conceitos-chaves de preservação, manuseamento e acondicionamento de têxteis e acessórios incentivando o uso de boas práticas; conhecer os materiais de acondicionamento recomendados para o acondicionamento deste tipo de objectos; executar manuseamentos e acondicionamentos de forma atenta e responsável; elaborar sistemas de acondicionamento atendendo à fisionomia do objecto. 

Público-alvo: 
Zeladores e voluntários das igrejas; detentores de colecções; técnicos de museus; conservadores-restauradores; estudantes de conservação e restauro e público em geral. 
N.º mínimo de participantes: 20 

Para mais informações e inscrições, deverá contactar-nos através do 256 201 680 ou enviar um mail para os seguintes endereços: museu.chapelaria@gmail.com | museuchapelaria@cm-sjm.pt.

sexta-feira, junho 28, 2013

13 de julho | Workshop de Preservação de Património Têxtil

No próximo dia 13 de julho, a ARGO Arte, Património & Cultura irá realizar, no Museu da Chapelaria, um workshop de preservação do património têxtil.

Formadora: Eva Armindo

Horário: 10H00 - 13H00 e 14H00 - 18H00

Objectivos do workshop: 
Contribuir para a familiarização com os conceitos-chaves de preservação, manuseamento e acondicionamento de têxteis e acessórios incentivando o uso de boas práticas; conhecer os materiais de acondicionamento recomendados para o acondicionamento deste tipo de objectos; executar manuseamentos e acondicionamentos de forma atenta e responsável; elaborar sistemas de acondicionamento atendendo à fisionomia do objecto. 

Público-alvo: 
Zeladores e voluntários das igrejas; detentores de colecções; técnicos de museus; conservadores-restauradores; estudantes de conservação e restauro e público em geral. 
N.º mínimo de participantes: 20 

Para mais informações e inscrições, deverá contactar-nos através do 256 201 680 ou enviar um mail para os seguintes endereços: museu.chapelaria@gmail.com | museuchapelaria@cm-sjm.pt.

quarta-feira, junho 05, 2013

Resultados do concurso "A minha escola adota um museu, um palácio, um monumento..."

Após a avaliação, pelo Júri Nacional, dos trabalhos entregues no âmbito da 7ª edição do Concurso Escolar “A minha escola adota um museu, um palácio, um monumento…”, organizado pela DGPC e a Direção-Geral de Educação (DGE), os resultados estão disponíveis para consulta.

A inauguração da exposição e a cerimónia de entrega de prémios aos alunos vencedores deste Concurso terá lugar dia 6 de junho, às 15h00, no Museu Municipal de Faro.

No âmbito deste concurso, o Externanto Paraíso dos Pequeninos e o Colégio das Terras de Santa Maria adotaram o Museu da Chapelaria e apresentaram belíssimos trabalhos, premiados nas seguintes categorias:


1º Ciclo Artes Visuais 1º Prémio Ex-aequo
Externato Infantil e Primário Paraíso dos Pequeninos
Prof. Sofia Ramos
Alunos: Ana Carvalho, Bernardete Rocha, Vasco Cavaco, João Fontes, Francisco Santos

        



1º Ciclo | Artes Visuais | 1º Prémio Ex-aequo
Externato Infantil e Primário Paraíso dos Pequeninos
Prof. Ângela Moutinho
Alunos: Bia Moreira, Eduardo Brito, Lucas Oliveira, MarianaSousa, Rodrigo Pereira

    




2º Ciclo | Escrita | 1º Prémio
Colégio das Terras de Santa Maria
Prof. Clarisse Pinão
Alunos: Catarina Moreira, Fábio Silva, Inês Baptista, Maria Manuel Castro, Renata Almeida



3º Ciclo | Artes Visuais | Menção Honrosa
Colégio das Terras de Santa Maria
Prof. Ana Resende
Alunos: Filipa Barbosa Brito da Silva; Sofia Ivana Cardoso; Inês Domingues de Brito; Carminda da Silva Neves; Ricardo Jorge Soares Capitão.
Diogo da Silva Guedes Tavares; Luís Carlos Sousa Gomes Silva; Francisca Moutinho Ribeiro da Silva e Sousa; Maria Moutinho Figueiredo da Silva; Paulo Manuel Pinto da Silva.
Diana Maria Pinão Esteves; Ana Catarina Resende dos Santos; Catarina Machado de Azevedo; Inês Filipa Teixeira Aguiar; Nuno Miguel Moreira Lopes.
Tiago Samuel Alves Sá; João Manuel Santos Luís; Adriana Belinha Ribeiro; Mafalda Santos Almeida; Jorge Ricardo Oliveira Costa.
Margarida Pereira Moutinho Cavaco Mata; Ana Fernanda Brito Couto Ferreira; Maria Francisca Leandro Cruz Volta e Silva; Rui Pedro Brito Mendes; João Marcelo Silva Pinto.

   



3º Ciclo | Escrita | 1º Prémio
Colégio das Terras de Santa Maria
Prof. Clarisse Pinão
Alunos: Diana Esteves, Sofia Cardoso, Filipa Silva, Francisca Silva e Sousa, Inês Brito




3º Ciclo | Escrita | Menção Honrosa
Colégio das Terras de Santa Maria
Prof. Clarisse Pinão
Alunos: Adão Gomes, Diogo Tavares, João Marcelo Pinto, Paulo da Silva, Pedro Reis


Conheça todos os resultados aqui


quarta-feira, abril 17, 2013

Entrega dos trabalhos até 17 de maio | concurso "A minha escola adota um museu, um palácio, um monumento..."

Já se encontra a decorrer uma nova edição do concurso escolar "A minha escola adota um museu, um palácio, um monumento...".

Esta iniciativa é dirigida a alunos dos ensinos básico e secundário, promovida conjuntamente pela Direção-Geral da Educação (DGE), no âmbito do Programa de Educação Estética e Artística, e pela Direção-Geral do Património Cultural (DGPC).
O objectivo desta iniciativa é estimular o conhecimento da realidade museológica e patrimonial nacional, através do contacto das escolas com os museus e consequente sensibilização para a conservação, proteção e valorização do património cultural.
Considerando que o conhecimento do património cultural constitui uma importante experiência educativa, facilitadora da integração das crianças e dos jovens na comunidade, torna-se pertinente proporcionar às escolas e aos museus uma oportunidade de desenvolverem ou de reforçarem a cooperação neste domínio.

O concurso escolar “A minha escola adota um museu, um palácio, um monumento...” consiste na elaboração de trabalhos criativos a partir de testemunhos dos Museus e Palácios que integram a Rede Portuguesa de Museus ou dos Monumentos tutelados pela DGPC.
Os trabalhos premiados apresentados a concurso serão objeto de avaliação por um júri e de apresentação final em exposição num museu ou palácio que integre a Rede Portuguesa de Museus ou num monumento tutelado pela DGPC.
A entrega dos trabalhos (portfólios contendo os trabalhos para apreciação) deverá ocorrer nos museus, palácios ou monumentos com os quais se colaborou até ao dia 17 de maio de 2013.
A primeira fase de avaliação dos trabalhos será efetuada pelos serviços educativos dos museus, palácios ou monumentos e decorrerá entre os dias 20 de maio a 23 de maio.
A avaliação dos trabalhos pelo Júri Nacional decorrerá entre os dias 27 e 31 de maio, sendo que a divulgação dos resultados decorrerá entre os dias 31 de maio e 3 de junho nos sítios da internet da DGE e da DGPC.
A Entrega de Prémios e Exposição dos Trabalhos Premiados decorrerá num museu ou palácio que integre a Rede Portuguesa de Museus ou num monumento tutelado pela DGPC, a indicar, no dia 6 de junho de 2013.

Consulte o regulamento aqui.

sexta-feira, março 22, 2013

Concurso "A minha escola adota um museu, um palácio, um monumento..."


Já se encontra a decorrer uma nova edição do concurso escolar "A minha escola adota um museu, um palácio, um monumento...".

Esta iniciativa é dirigida a alunos dos ensinos básico e secundário, promovida conjuntamente pela Direção-Geral da Educação (DGE), no âmbito do Programa de Educação Estética e Artística, e pela Direção-Geral do Património Cultural (DGPC).
O objectivo desta iniciativa é estimular o conhecimento da realidade museológica e patrimonial nacional, através do contacto das escolas com os museus e consequente sensibilização para a conservação, proteção e valorização do património cultural.
Considerando que o conhecimento do património cultural constitui uma importante experiência educativa, facilitadora da integração das crianças e dos jovens na comunidade, torna-se pertinente proporcionar às escolas e aos museus uma oportunidade de desenvolverem ou de reforçarem a cooperação neste domínio.

O concurso escolar “A minha escola adota um museu, um palácio, um monumento...” consiste na elaboração de trabalhos criativos a partir de testemunhos dos Museus e Palácios que integram a Rede Portuguesa de Museus ou dos Monumentos tutelados pela DGPC.
Os trabalhos premiados apresentados a concurso serão objeto de avaliação por um júri e de apresentação final em exposição num museu ou palácio que integre a Rede Portuguesa de Museus ou num monumento tutelado pela DGPC.
A entrega dos trabalhos (portfólios contendo os trabalhos para apreciação) deverá ocorrer nos museus, palácios ou monumentos com os quais se colaborou até ao dia 17 de maio de 2013.
A primeira fase de avaliação dos trabalhos será efetuada pelos serviços educativos dos museus, palácios ou monumentos e decorrerá entre os dias 20 de maio a 23 de maio.
A avaliação dos trabalhos pelo Júri Nacional decorrerá entre os dias 27 e 31 de maio, sendo que a divulgação dos resultados decorrerá entre os dias 31 de maio e 3 de junho nos sítios da internet da DGE e da DGPC.
A Entrega de Prémios e Exposição dos Trabalhos Premiados decorrerá num museu ou palácio que integre a Rede Portuguesa de Museus ou num monumento tutelado pela DGPC, a indicar, no dia 6 de junho de 2013
Consulte o regulamento aqui.

quarta-feira, março 06, 2013

Exposição temporária "As rendas de um chapéu"



EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA | SALA DOS USOS SOCIAIS
9 DE MARÇO A 11 DE MAIO
“As Rendas de um chapéu” traz à luz do dia os mais frágeis e belos chapéus da coleção do Museu da Chapelaria.

Decorados com finas e delicadas rendas, estes chapéus ilustram uma época especial onde as mulheres faziam combinar com rigor e elegância todos os elementos do seu vestuário.

Patente nesta exposição estarão também os chapéus dos alunos da escola secundária José Régio decorados com estas delicadas rendas.

quinta-feira, fevereiro 28, 2013

Workshop de restauro de chapéus | inscrições abertas

2 DE MARÇO | 14h30 - 17h30
 
Com este workshop pretende-se dar a conhecer algumas técnicas que estão na base do restauro de chapéus de feltro, nomeadamente, a realização de laços e sua aplicação no chapéu, a aplicação de fitas e plumas e a técnica de enformação dos modelos.

Custo da inscrição: 25€ por participante
 
Para mais informações, deverá contactar-nos através do 256 201 680 ou enviar um mail para museuchapelaria@cm-sjm.pt.

domingo, fevereiro 17, 2013

Workshop de restauro de chapéus



2 de março | 14h30 - 17h30
 
Com este workshop pretende-se dar a conhecer algumas técnicas que estão na base do restauro de chapéus de feltro, nomeadamente, a realização de laços e sua aplicação no chapéu, a aplicação de fitas e plumas e a técnica de enformação dos modelos.

Custo da inscrição: 25€ por participante
 
Para mais informações, deverá contactar-nos através do 256 201 680 ou enviar um mail para museuchapelaria@cm-sjm.pt.

sábado, janeiro 26, 2013

Chapéu do mês: a carapuça da Madeira


Imagem disponível aqui


Quando se fala de trajes típicos da ilha da Madeira, a primeira imagem que surge no imaginário de qualquer um de nós, é a de uma senhora de saia rodada, de fundo vermelho vivo listado com cores fortes, blusa branca, bota pela canela e carapuça azul com espigão.

No entanto, os trajes típicos desta região são bastante diversificados, devido quer aos microclimas existentes na mesma, quer às influências nacionais e internacionais de que foi alvo, por parte dos primeiros descobridores.
Apenas duas peças coincidem nas indumentárias, feminina e masculina: as botas chãs e a carapuça azul.

A carapuça é uma pequena cobertura de cabeça feita em lã, de cor azul, forrada a encarnado, com a forma de um funil invertido, que tem no alto uma pequena borla e nos lados dois apêndices que, ou se deixam cair sobre as orelhas, ou se levantam, prendendo-se, por vezes, num botão.
Mais do que uma proteção para o sol e para a chuva, esta espécie de barrete, é considerada um ornamento para a cabeça.

No que respeita à sua origem, consta-se que o uso deste barrete remonta a 1857. Admite-se que antes da carapuça se usava "um barrete de lã encarnado ou azul". Segundo alguns etnógrafos é filiada no toucado grego, no gorro medieval, na proveniência semita, em motivos arabescos e orientalizantes e nos usos e costumes de outras regiões portuguesas, nomeadamente o Minho.

O uso desta carapuça é de tal forma comum entre os madeirenses que deu origem a uma expressão popular: enfiar a carapuça. Esta surgiu para designar uma tomada de consciência, indesejada, mas adequada ao momento e à pessoa em questão. Então, assim, “enfia-se a carapuça” quando se sente atingido por comentário ou crítica não personalizados.


Bibliografia:
GÓIS, José Laurindo de, Antigos barretes madeirenses, Da Indumentária e Indústrias Madeirenses, Revista Atlântico, Vol. 6, p. 85-91, disponível em http://www.folcloredamadeira.com/recursos/artigos/antigosbarretes.htm
http://trajesdeportugal.blogspot.pt/2006/09/trajes-da-ilha-da-madeira.html
NÓBREGA, Maria Augusta Correia de, Tradições Madeirenses: A Carapuça, Funchal, 2004.
TEIXEIRA, Madalena Braz, O traje regional português e o folclore VII, disponível em http://www.oi.acidi.gov.pt/docs/Col_Percursos_Intercultura/1_PI_Cap7.pdf

sexta-feira, outubro 12, 2012

Peças do mês: o conformador e o formilho



O conformador e o formilho são ferramentas de medição precisa, da indústria da chapelaria, que se complementam e não podem ser dissociados.
Com o formato de um chapéu, o conformador permite a criação de um chapéu personalizado, em termos de tamanho e forma da cabeça do cliente.

O processo é, no mínimo, original e singular…

O primeiro passo consistia na colocação de um pedaço de papel no topo da copa do conformador.
 De seguida, colocava-se o mesmo sobre a cabeça do cliente, exactamente da mesma forma que se colocaria o chapéu. Fechava-se, então, a parte superior onde foi colocado inicialmente o papel.
A tampa era levantada, e as marcações que ficariam perfuradas no papel, definiam a medida e forma exactas da cabeça do cliente.

O conformador podia, então, ser removido da cabeça do cliente, e a folha de papel removida do conformador. Esta era recortada de modo a preservar o círculo interno da marcação.
O papel era colocado no interior do formilho, e cada uma das suas peças de madeira ficava ajustada ao mesmo.

Finalmente, o formilho era bloqueado. Era a partir desta base que seria produzida a forma com o formato
exacto da cabeça do cliente.

[Imagens disponíveis em http://www.morningdressguide.com/hats-morning-coat-suits/the-silk-top-hat/ e 
http://www.buckaroo.us/hatmaking.shtml]

 

sábado, maio 26, 2012

Chapéu do mês - Sombrero


Este belíssimo chapéu em veludo preto, ricamente decorado com lantejoulas e fios prateados, de aba larga e copa alta, foi adquirido em 1992, num mercado ao ar livre por Daniel Serra Vaz aquando a sua viagem ao México.
Doado em 2005, este extraordinário exemplar faz parte da coleção “Chapéus de Todo o Mundo”.

Considerado um dos ícones nacionais e culturais do México, o Sombrero foi um chapéu usado por todas as classes sociais, desde os ricos governadores das províncias mexicanas ao mais comum dos lavradores.
Apesar de atualmente já não fazer parte da vestimenta diária mexicana, o Sombrero foi persistindo como parte do traje folclórico nacional e como símbolo identificativo dos mariachi, artistas musicais mexicanos.
Este chapéu serviu bem o propósito da sua criação. Com as suas enormes abas proporcionam sombra suficiente para proteger a zona do pescoço e ombros. O seu nome vem comprovar este facto pois a palavra "sombrero" deriva da palavra espanhola "sombre" que, em português, significa "sombra".

terça-feira, maio 15, 2012

18 de Maio - Museu em festa

Aproxima-se o Dia Internacional dos Museus.
O Museu da Chapelaria está em festa e não queria deixar de o convidar a participar nas diversas atividades que preparou para si.

PROGRAMA DAS COMEMORAÇÕES

9H30 - Inauguração das exposições temporárias
 
"A SECRETÁRIA VIRTUOSA DO SR. CALOUSTE GULBENKIAN"
Maria Helena Knott nasceu em 1922 e faleceu em 2006. Estudou em Inglaterra durante 4 anos. Em 1948 passou a trabalhar como assistente do Sr. Calouste Gulbenkian. Para além dos seus belíssimos chapéus, esta exposição é composta por vestidos e outros acessórios de moda que a Madame Knott utilizou em diversos momentos sociais, revelando o glamour e elegância dos anos 50 em Portugal.

"A GEOMETRIA DAS CORES"
Inserido no ciclo de exposições “Artes e Ofícios. Memórias e Identidades”, esta exposição mostra um outro olhar sobre a produção da Fábrica de Loiça de Sacavém.
Esta mostra constitui um convite à fruição da forma e da cor, num apelo aos sentidos através de uma viagem pelo imaginário da Arte.

10h30 – 13h - Mesa Redonda "MUSEUS. NOVOS DESAFIOS. NOVAS INSPIRAÇÕES"

15h30 - Apresentação oficial da visita animada "A PÉU CONTA..."
Marcação prévia 

Ao longo de todo o dia - Oficina criativa "O CHAPÉU DO SÉCULO XX…E…II"
O que seremos daqui a cem anos? Num mundo que se encontra em constante evolução, o que irá mudar? E como serão os nossos chapéus?
Público alvo: 3º ciclo
Marcação prévia
 
É já na próxima sexta-feira. 
Apareça! Estamos à sua espera!

sábado, abril 14, 2012

Doação de chapéus

O Museu da Chapelaria recebeu mais uma belíssima coleção de chapéus de senhora dos anos 50.

A senhora D. Emília da Silva Castro doou 9 chapéus, confecionados pelas suas irmãs, antigas modistas da extinta Chapelaria Augusta Fonseca, de Guimarães.

O Museu da Chapelaria agradece esta preciosa doação.
São estas doações que ajudam a compreender a história de uma indústria, das modas, costumes e tradições, e que é importante preservar.

sexta-feira, novembro 04, 2011

Chapéu do mês - Chapéu de cowboy

O chapéu de cowboy, inventado por John B. Stetson em 1865, é sem dúvida, a peça de vestuário que melhor define quer a cultura norte-americana, quer a própria profissão de vaqueiro.

A razão de ser deste chapéu nasceu de necessidades reais existentes nesta profissão e não apenas para ser adorno pessoal.

Neste sentido, o chapéu de cowboy reúne determinadas características, nomeadamente no que respeita à matéria-prima, ao tamanho e ao formato que o tornam distinto.

O feltro, denso, resistente e impermeável protege a cabeça do vaqueiro não apenas do sol mas também dos coices e patadas frequentes a quem anda exposto ao gado. Simultaneamente, a sua impermeabilidade e tamanho permitem que este o utilize como bebedouro para dar água aos cavalos, podendo a sua copa levar entre 4 a 6 litros de água.

O modelo Dallas, ficou mundialmente conhecido por volta de 1980, na série de TV DALLAS, ao ser usado por um dos vilões, o J.R., tendo sido produzido em massa para o mercado norte-americano pela Empresa Industrial de Chapelaria, actualmente Museu da Chapelaria.

Pode ainda ver um exemplar deste modelo na exposição “Os chapéus dos meus heróis”, que está patente na Sala dos Usos Sociais. Lucky Luke será sempre o cowboy de chapéu branco!