quinta-feira, fevereiro 21, 2013
Museu da Chapelaria participa em encontro europeu
O Museu da Chapelaria participa amanhã, dia 22 de Fevereiro, num encontro europeu que reúne especialistas de vários países em torno do projecto "Community Exhibitions as tool for adult individual development" (CETAID).
O CETAID é um projecto transnacional, financiado pelo Programa de Aprendizagem ao Longo da Vida / Parcerias de Aprendizagem GRUNDTVIG, que reúne parceiros de quatro países europeus – Hungria, Reino Unido, Itália e Portugal – com vista a debater questões relacionadas com o envolvimento dos museus com as suas comunidades, sobretudo no que diz respeito à produção de exposições pelas próprias comunidades dentro dos espaços museológicos ou em parceria. A discussão sobre as melhores práticas e as preocupações decorrentes desta aproximação à comunidades locais vão ser alvo da atenção dos participantes durante os trabalhos.
O Museu da Chapelaria irá partilhar a sua experiência neste domínio apresentando alguns casos emblemáticos, como sejam as exposições "Eu no Museu" que decorreram entre 2005 e 2007, a exposição que resultou do projecto de investigação de alunos da Escola Oliveira Júnior no âmbito da comemoração dos 25 anos desta e a exposição dos 25 anos do Carnaval das Escolas. Para mais informações sobre o projecto consulte aqui e aqui
quarta-feira, fevereiro 20, 2013
A Péu volta ao Museu a 23 de fevereiro
No próximo sábado, dia 23 de fevereiro, vem com a tua família ao Museu da Chapelaria, conhecer a Péu.
A Péu é uma menina que vive
no museu e que não descansa enquanto não encontrar o seu amigo perdido. Ela
guia o visitante ao longo do tempo, mostrando como se faziam os chapéus na
Fábrica Nova. Através de uma história encantada desvendam-se os segredos de uma
fábrica com mais de 100 anos.
Público alvo:
pré-escolar e 1º ciclo
Marcação prévia
terça-feira, fevereiro 19, 2013
Projeto Educativo Municipal - Visita pelo Património
No âmbito do Projeto Educativo Municipal - Assimetrias da cidade, os alunos do 10ºG e do 12ºI da Escola Básica e Secundária Dr. Serafim Leite visitaram o património de S. João da Madeira.
S. João da Madeira reúne um interessante conjunto de edifícios históricos e industriais. Diferentes influências arquitetónicas foram desenhando os contornos desta cidade.
Nesta atividade os alunos ficaram a conhecer esses edifícios e as suas histórias para numa próxima sessão, em contexto de sala de aula, projetarem a sua visão criativa sobre os contornos desta cidade.
Mais fotos aqui
domingo, fevereiro 17, 2013
Workshop de restauro de chapéus
2 de março | 14h30 - 17h30
Com este workshop pretende-se dar a conhecer algumas técnicas que estão na base do restauro de chapéus de feltro, nomeadamente, a realização de laços e sua aplicação no chapéu, a aplicação de fitas e plumas e a técnica de enformação dos modelos.
Custo da inscrição: 25€ por participante
Para mais informações, deverá contactar-nos através do 256 201 680 ou enviar um mail para museuchapelaria@cm-sjm.pt.
Marcadores:
atividades,
chapéu,
conservação,
Gestão de Colecções,
restauro,
Serviço Educativo,
workshop,
workshop; formação
quinta-feira, fevereiro 14, 2013
16 de fevereiro | sábado | inauguração da exposição "Bilros de Vila do Conde. Das Rendilheiras aos Designers"
Consta que no longínquo ano de 1616, uma acta da sessão da Câmara
Municipal de Vila do Conde se referia ao "Mester" da Rendilheira.
Quatro séculos volvidos, as rendas de Bilros de Vila do Conde mantêm-se como
uma importante referência cultural e identitária desta cidade, não apenas pelo
valor histórico que lhe é reconhecido como, sobretudo, por ser hoje revista e
reinterpretada por diversos designers que encontram neste património uma
importante fonte de inspiração. Entre um passado reconhecido e um futuro
promissor, esta exposição propõe uma viagem ao delicado mundo das rendas de
bilros e ao modo como esta cidade soube assim preservar uma importante parte da
sua própria identidade.
quarta-feira, fevereiro 13, 2013
Dia dos namorados... no Museu da Chapelaria
No Dia dos Namorados aproveite para visitar o Museu da Chapelaria com a sua cara-metade.
Convidamo-lo a conhecer a exposição "Lenços dos namorados. Escritas de amor".
Símbolos de um ritual de conquista, os lenços de namorados terão surgido no século XVII nos salões senhoris e foram mais tarde adoptados pelas mulheres do povo, que lhe conferiram características próprias. Estes marcavam, ou não, o início de um namoro, consoante o homem visado com a oferta a usasse ou não em público.
Símbolos de um ritual de conquista, os lenços de namorados terão surgido no século XVII nos salões senhoris e foram mais tarde adoptados pelas mulheres do povo, que lhe conferiram características próprias. Estes marcavam, ou não, o início de um namoro, consoante o homem visado com a oferta a usasse ou não em público.
Aqui,
a tradição e um passado feito de promessas de amor
transformam-se num produto cultural inteiramente novo e
reinterpretado por designers, artistas e artesãos.
Na Loja do Museu poderá encontrar presentes alusivos a este tema, reinterpretado pela designer Sílvia Abreu.
Para terminar a noite da forma mais romântica, o restaurante Fábrica dos Sentidos preparou uma ementa especial para o dia dos namorados. Conheça o menu aqui.
Por todas estas razões, não deixe de visitar o Museu da Chapelaria neste dia tão especial.
Entrada gratuita.
Marcadores:
cafetaria e restaurante do museu,
exposição,
exposição temporária,
Fábrica dos Sentidos,
lenços dos namorados,
loja
terça-feira, fevereiro 12, 2013
Exposição "Bilros de Vila do Conde. Das Rendilheiras aos Designers"
EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA
INAUGURAÇÃO A 16 DE FEVEREIRO | 15H00
Consta que no longínquo ano de 1616, uma acta da sessão da Câmara
Municipal de Vila do Conde se referia ao "Mester" da Rendilheira.
Quatro séculos volvidos, as rendas de Bilros de Vila do Conde mantêm-se como
uma importante referência cultural e identitária desta cidade, não apenas pelo
valor histórico que lhe é reconhecido como, sobretudo, por ser hoje revista e
reinterpretada por diversos designers que encontram neste património uma
importante fonte de inspiração. Entre um passado reconhecido e um futuro
promissor, esta exposição propõe uma viagem ao delicado mundo das rendas de
bilros e ao modo como esta cidade soube assim preservar uma importante parte da
sua própria identidade.
A exposição estará patente na sala de exposições temporárias até 11 de maio.
Entrada gratuita.
Aqui Portugal de 09 Fev 2013 - RTP Play - RTP
No passado sábado, dia 9 de fevereiro, o programa "Aqui Portugal", da RTP, foi emitido em direto do Museu da Chapelaria.
terça-feira, fevereiro 05, 2013
Cartola... sinónimo de elegância!
Visite a Loja do Museu da Chapelaria!
Teremos todo o gosto em produzir uma cartola à sua medida! imagem disponível aqui
inauguração da exposição dos Lenços dos Namorados
No passado sábado o Sr. Vice-Presidente da Câmara Municipal de S. João da Madeira juntamente com o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Vila Verde e a Sra. Vereadora da Cultura, inauguraram a exposição "Lenços de Namorados. Escritas de Amor".
Esta é a primeira de várias exposições que ao longo de 2013 irão explorar a temática da memória e da criatividade enquanto agente de mudança social e desenvolvimento territorial.
Temática particularmente relevante para a cidade no ano em que novas instituições culturais e criativas estão a emergir, nomeadamente, a Oliva Creative Factory e a Casa da Criatividade, entendeu-se fundamental que a atuação do Museu da Chapelaria colocasse em evidência os fatores da identidade e da memória como fundamento e inspiração para o ato criativo, para o ‘pensar e criar’ de novo. Porque criar, enquanto ato de inovação, não acontece no vácuo mas antes dentro de padrões culturais específicos que apelam à identidade dos territórios e buscam nela o seu recurso de competitividade.
Por isso, a programação para o ano de 2013 procura inserir-se neste contexto, fornecendo pistas de reflexão para a nossa comunidade e criando espaços de interrogação sobre o passado naquilo que este pode representar de inovação para o futuro.
E é neste contexto que surge desde logo esta primeira exposição, onde a tradição e um passado longínquo feito de promessas de amor se transforma hoje num produto cultural inteiramente novo e reinterpretado por designers, artistas e artesãos.
Não perca a oportunidade de ver esta belíssima exposição que estará patente até ao dia 03 de Março na Sala dos Usos Sociais.
sexta-feira, fevereiro 01, 2013
Programa Famílias | 3 de fevereiro
1º DOMINGO DE CADA MÊS EM FAMÍLIA
No primeiro domingo de cada mês, reúna toda a sua família e venha ao museu da chapelaria descobrir segredos, desvendar mistérios e divertir-se com as diversas atividades que temos para si. Traga os seus filhos, pais, avós e amigos e passe um domingo “de se lhe tirar o chapéu” no Museu da Chapelaria.
Domingo, 3 de fevereiro | 11h00 e 15h00 |
CONVIDAS TU OU CONVIDO EU?
Partindo das histórias dos lenços dos namorados, as famílias são convidadas a elaborarem uma quadra de amor e transcrevê-la para um lenço como símbolo de amor da família.
Público alvo: dos 4 aos 14 anos
Atividade gratuita, mediante marcação prévia
No primeiro domingo de cada mês, reúna toda a sua família e venha ao museu da chapelaria descobrir segredos, desvendar mistérios e divertir-se com as diversas atividades que temos para si. Traga os seus filhos, pais, avós e amigos e passe um domingo “de se lhe tirar o chapéu” no Museu da Chapelaria.
Domingo, 3 de fevereiro | 11h00 e 15h00 |
CONVIDAS TU OU CONVIDO EU?
Partindo das histórias dos lenços dos namorados, as famílias são convidadas a elaborarem uma quadra de amor e transcrevê-la para um lenço como símbolo de amor da família.
Público alvo: dos 4 aos 14 anos
Atividade gratuita, mediante marcação prévia
quinta-feira, janeiro 31, 2013
2 de fevereiro | Inauguração da exposição "Lenços dos namorados. Escritas de amor"
Símbolos de um
ritual de conquista, os lenços de namorados terão surgido no século XVII nos
salões senhoris e foram mais tarde adoptados pelas mulheres do povo, que lhe
conferiram características próprias. Os lenços de namorados marcavam, ou não, o
início de um namoro, consoante o homem visado com a oferta a usasse ou não em
público.
Depois de anos de
esquecimento eis que reaparecem transformados num ícone da cultura portuguesa
através da Cooperativa - Aliança Artesanal de Vila Verde, entidade que tem
assumido um papel preponderante na recuperação rigorosa desta arte, em termos
de cores, de pontos usados e de temas.
quarta-feira, janeiro 30, 2013
Domingo, 3 de fevereiro | 11h00 e 15h00 |
CONVIDAS TU OU CONVIDO EU?
Partindo das histórias dos lenços dos namorados, as famílias são convidadas a elaborarem uma quadra de amor e transcrevê-la para um lenço como símbolo de amor da família.
Público alvo: dos 4 aos 14 anos
Atividade gratuita, mediante marcação prévia
terça-feira, janeiro 29, 2013
Exposição "Lenços dos namorados. Escritas de amor"
EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA - SALA DOS USOS SOCIAIS
INAUGURAÇÃO A 2 DE FEVEREIRO | 14H30M
Símbolos de um
ritual de conquista, os lenços de namorados terão surgido no século XVII nos
salões senhoris e foram mais tarde adoptados pelas mulheres do povo, que lhe
conferiram características próprias. Os lenços de namorados marcavam, ou não, o
início de um namoro, consoante o homem visado com a oferta a usasse ou não em
público.
Depois de anos de
esquecimento eis que reaparecem transformados num ícone da cultura portuguesa
através da Cooperativa - Aliança Artesanal de Vila Verde, entidade que tem
assumido um papel preponderante na recuperação rigorosa desta arte, em termos
de cores, de pontos usados e de temas.
A exposição estará patente na sala dos Usos Sociais, de 2 de fevereiro a 3 de março.
domingo, janeiro 27, 2013
"O chapéu de palha é a coisa mais bonita de se fazer" chega ao fim!
A exposição "O chapéu de palha é a coisa mais bonita de se fazer" termina já este domingo.
Aproveite o dia para nos visitar.
Estamos abertos das 10h30m às 12h30m e das 14h30m às 18h00m.
A entrada é gratuita.
Marcadores:
chapéu,
chapéus,
chapéus de palha,
exposição,
exposição temporária,
exposições temporárias,
sala usos sociais
sábado, janeiro 26, 2013
Chapéu do mês: a carapuça da Madeira
Imagem disponível aqui
Quando se fala de trajes típicos da ilha da Madeira, a primeira imagem que surge no imaginário de qualquer um de nós, é a de uma senhora de saia rodada, de fundo vermelho vivo listado com cores fortes, blusa branca, bota pela canela e carapuça azul com espigão.
No entanto, os trajes típicos desta região são bastante diversificados, devido quer aos microclimas existentes na mesma, quer às influências nacionais e internacionais de que foi alvo, por parte dos primeiros descobridores.
Apenas duas peças coincidem nas indumentárias, feminina e masculina: as botas chãs e a carapuça azul.
A carapuça é uma pequena cobertura de cabeça feita em lã, de cor azul, forrada a encarnado, com a forma de um funil invertido, que tem no alto uma pequena borla e nos lados dois apêndices que, ou se deixam cair sobre as orelhas, ou se levantam, prendendo-se, por vezes, num botão.
Mais do que uma proteção para o sol e para a chuva, esta espécie de barrete, é considerada um ornamento para a cabeça.
No que respeita à sua origem, consta-se que o uso deste barrete remonta a 1857. Admite-se que antes da carapuça se usava "um barrete de lã encarnado ou azul". Segundo alguns etnógrafos é filiada no toucado grego, no gorro medieval, na proveniência semita, em motivos arabescos e orientalizantes e nos usos e costumes de outras regiões portuguesas, nomeadamente o Minho.
O uso desta carapuça é de tal forma comum entre os madeirenses que deu origem a uma expressão popular: enfiar a carapuça. Esta surgiu para designar uma tomada de consciência, indesejada, mas adequada ao momento e à pessoa em questão. Então, assim, “enfia-se a carapuça” quando se sente atingido por comentário ou crítica não personalizados.
Bibliografia:
GÓIS, José Laurindo de, Antigos barretes madeirenses, Da Indumentária e Indústrias Madeirenses, Revista Atlântico, Vol. 6, p. 85-91, disponível em http://www.folcloredamadeira.com/recursos/artigos/antigosbarretes.htm
http://trajesdeportugal.blogspot.pt/2006/09/trajes-da-ilha-da-madeira.html
NÓBREGA, Maria Augusta Correia de, Tradições Madeirenses: A Carapuça, Funchal, 2004.
TEIXEIRA, Madalena Braz, O traje regional português e o folclore VII, disponível em http://www.oi.acidi.gov.pt/docs/Col_Percursos_Intercultura/1_PI_Cap7.pdf
No entanto, os trajes típicos desta região são bastante diversificados, devido quer aos microclimas existentes na mesma, quer às influências nacionais e internacionais de que foi alvo, por parte dos primeiros descobridores.
Apenas duas peças coincidem nas indumentárias, feminina e masculina: as botas chãs e a carapuça azul.
A carapuça é uma pequena cobertura de cabeça feita em lã, de cor azul, forrada a encarnado, com a forma de um funil invertido, que tem no alto uma pequena borla e nos lados dois apêndices que, ou se deixam cair sobre as orelhas, ou se levantam, prendendo-se, por vezes, num botão.
Mais do que uma proteção para o sol e para a chuva, esta espécie de barrete, é considerada um ornamento para a cabeça.
No que respeita à sua origem, consta-se que o uso deste barrete remonta a 1857. Admite-se que antes da carapuça se usava "um barrete de lã encarnado ou azul". Segundo alguns etnógrafos é filiada no toucado grego, no gorro medieval, na proveniência semita, em motivos arabescos e orientalizantes e nos usos e costumes de outras regiões portuguesas, nomeadamente o Minho.
O uso desta carapuça é de tal forma comum entre os madeirenses que deu origem a uma expressão popular: enfiar a carapuça. Esta surgiu para designar uma tomada de consciência, indesejada, mas adequada ao momento e à pessoa em questão. Então, assim, “enfia-se a carapuça” quando se sente atingido por comentário ou crítica não personalizados.
Bibliografia:
GÓIS, José Laurindo de, Antigos barretes madeirenses, Da Indumentária e Indústrias Madeirenses, Revista Atlântico, Vol. 6, p. 85-91, disponível em http://www.folcloredamadeira.com/recursos/artigos/antigosbarretes.htm
http://trajesdeportugal.blogspot.pt/2006/09/trajes-da-ilha-da-madeira.html
NÓBREGA, Maria Augusta Correia de, Tradições Madeirenses: A Carapuça, Funchal, 2004.
TEIXEIRA, Madalena Braz, O traje regional português e o folclore VII, disponível em http://www.oi.acidi.gov.pt/docs/Col_Percursos_Intercultura/1_PI_Cap7.pdf
sexta-feira, janeiro 25, 2013
Turismo industrial em destaque na imprensa...
segunda-feira, janeiro 21, 2013
1º ANIVERSÁRIO. TURISMO INDUSTRIAL
Para assinalar o primeiro aniversário, os Circuitos Pelo Património Industrial de S. João da Madeira, serão gratuitos no dia 23 de janeiro, incluindo serviço de guia e transporte desde o Welcome Center do Turismo Industrial, localizado no emblemático edifício da Torre da Oliva, até às empresas/instituições a visitar.
As marcações para este “Dia Aberto” devem ser realizadas no Welcome Center ou através de:
Telefone 256 200 204 ou E-mail turismoindustrial@cm-sjm.pt
sexta-feira, janeiro 18, 2013
A Péu voltou ao museu...
A Péu é uma menina que vive no museu e que não descansa enquanto não encontrar o seu amigo perdido.
Os meninos e meninas do Centro Social e Paroquial de Vera Cruz e do Centro para a Formação da Juventude, de Fafe, vieram ao Museu da Chapelaria para conhecer esta menina mágica e ajudá-la a encontrar o seu amigo.
Entre máquina e ferramentas, todos juntos foram descobrindo os segredos do mundo mágico da "Fábrica Nova" e dos seus chapeleiros.
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