sexta-feira, julho 08, 2011

segunda-feira, julho 04, 2011

sábado, julho 02, 2011

Loja do Museu

Com o mesmo horário do museu e localizada na recepção do mesmo, a loja do Museu da Chapelaria pretende prolongar materialmente a memória das suas colecções, transformando-se, assim, num complemento da visita ao museu.

Na Loja do Museu da Chapelaria pode encontrar os artigos mais variados. Desde os mais simples, como lápis, porta-chaves e postais, aos inspirados na história e memória do nosso património cultural: miniaturas de chapéus em feltro e em palha, chapéus de feltro e de tecido e produtos da Viarco – Fábrica Portuguesa de Lápis.

A Loja do Museu da Chapelaria também tem disponível para venda diversas publicações, nomeadamente brochuras do museu, catálogos de exposições, actas de jornadas, monografias da cidade, entre outras dedicadas à história do município e aos seus ofícios.

Pode, ainda, na loja do Museu, encomendar o seu chapéu. Para tal, basta definir o modelo, os materiais e a cor que pretende.

Para qualquer questão relacionada com a sua encomenda, dirija-se à recepção do Museu ou contacte-nos através do 256 201 680.

Teremos todo o gosto em criar-lhe um chapéu à sua medida!

segunda-feira, junho 27, 2011

Festa do Chapeleiro no Museu



Cerca de 70 chapeleiros sanjoanenses juntaram-se no sábado, dia 25 de Junho, para o 7º Encontro de Chapeleiros, no Museu da Chapelaria.

Esta iniciativa, que começou em 2005, ano da abertura do Museu, pretende reunir, todos os anos, os actuais e os ex-chapeleiros de S. João da Madeira, para um convívio intergeracional que aprofunde as relações afectivas e sociais entre a comunidade e o museu.

O programa deste ano foi essencialmente dedicado ao romance de João da Silva Correia intitulado “Unhas Negras”, tendo sido organizada uma leitura encenada de diversas partes desta grande obra de homenagem aos chapeleiros sanjoanenses. No fim desta actuação, os participantes tiveram ainda oportunidade para visitar a exposição temporária dos chapéus do Museu Nacional do Traje actualmente em exibição na sala dos Usos Sociais.

O dia terminou com um belíssimo lanche de convívio no Serviço Educativo, tendo ficado pautado, uma vez mais, pela alegria e generosa disponibilidade dos participantes.

quarta-feira, junho 22, 2011

Projecto HEFORE - Caminhada

Decorreu mais uma iniciativa promovida pelo Museu da Chapelaria no âmbito do projecto "Eu sou a história da minha cidade"
Depois da visita ao Serralves em Festa, no Porto, o grupo de participantes foi desafiado a descobrir e conhecer o património da sua cidade, pelo que, no passado dia 18 de Junho, percorreram as ruas da cidade e desvendaram as histórias escondidas na calçada sanjoanina.
 
O percurso, que teve início no Museu da Chapelaria, incluiu visitas a diversos exemplares de arquitectura de Brasileiros e ao património industrial edificado, através do qual muitas histórias foram sendo contadas sobre o espírito empreendedor dos Sanjoanenses e sobre a evolução da nossa cidade.
O objectivo deste tipo de acções é promover um sentimento de pertença e identificação com a cidade que habitamos e com as suas histórias e vivências, estimulando as necessárias afectividades para com o nosso património e as nossas memórias identitárias.
 
Os participantes tiveram ainda oportunidade de registar fotograficamente todo o percurso, guardando para sempre as imagens desse dia.
Esta iniciativa só foi possível graças à colaboração do Carlos Santos Fotografia que gentilmente cedeu o material fotográfico necessário e a quem o Museu da Chapelaria muito agradece.

quinta-feira, junho 16, 2011

Programa CULTURando por aí...

CULTURANDO POR AÍ
Criatividade e Inovação


As férias de Verão devem ser pretexto para desenvolvermos capacidades e competências que a aprendizagem formal em sala de aula não permite.

Preparar as crianças e jovens para os desafios que esta sociedade do conhecimento e a economia da cultura lhes vai exigir é, então uma premissa.

Atenta a esta realidade, a Divisão da Cultura da Câmara Municipal, por intermédio das suas instituições culturais, criou um novo programa de aprendizagem intitulado “Culturando por aí” e que pretende colocar os jovens perante um conjunto interessante de desafios que os levará a
  • Pensar naquilo que não é visível (absence thinking)
  • Ser criativo para além da realidade óbvia (art streaming)
  • Explorar a capacidade de comunicar e expressar criativamente o seu pensamento através do corpo, das palavras, dos rabiscos
  • Explorar ideias, criar conceitos
  • Identificar problemas como soluções
Pensar, actuar, sentir e empreender de forma criativa é o grande desafio do Século XXI.
Preparar as nossas crianças e jovens para esse futuro que é já hoje, é uma obrigação.

Este Verão encontre na Cultura uma resposta de aprendizagem e inscreva o seu educando neste programa de criatividade e inovação.


PROGRAMA









sábado, junho 11, 2011

Chapéus do Museu do Traje

Nesta exposição apresentam-se alguns dos mais belos modelos de chapéus que marcaram toda esta década e que ficaram definitivamente associados à beleza e feminilidade das mulheres nos anos 50.
Todos os chapéus em exposição pertencem à colecção do Museu Nacional do Traje e encontram-se, actualmente, em depósito, no Museu da Chapelaria.




A década 50, do ponto de vista da moda, tem duas dinâmicas principais, por um lado, o glamour e o esplendor que se recupera após o conturbado período dos anos 40 e, por outro, a afirmação de uma juventude rebelde.


Estamos na época da ascensão do Rock & Roll de Elvis Presley e dos ídolos cinematográficos Marlon Brandon e James Dean. O espírito rebelde é simbolizado através das calças de ganga e casacos de cabedal.


Os Beatnicks dão início ao culto da liberdade ao ritmo do Jazz, do amor livre e do uso das drogas como experiência libertadora da consciência, experiências transpostas para várias correntes artísticas. É este movimento cultural que antecede os Hippies da década seguinte.


O New Look lançado por Christian Dior afirma-se na década de 50. Os vestidos acentuam a cintura fina das mulheres e os sapatos usam-se de salto alto. Os acessórios de luxo como os chapéus, as carteiras e luvas impõem-se no dia-a-dia.


As empresas de cosmética começam a descobrir a publicidade como fonte de transmissão de imagens de beleza. A maquilhagem atinge a sua idade de ouro e marcas como a Revlon, Helena Rubinstein, Elizabeth Arden e Estée Lauder colocam no mercado todo o tipo de sombras, rímel, lápis e delineadores.


O expoente da beleza feminina é representado por actrizes como Grace Kelly, Audrey Hepburn, Rita Hayworth, mas também, Marylin Monroe e Brigitte Bardot, que aliam, como poucas, a ingenuidade e a sensualidade de uma forma que arrebata os corações dos homens e servem de exemplo às mulheres.


A alta-costura parisiense vive o seu período áureo. A Maison Chanel, que esteve fechada durante o período de guerra, volta a abrir portas em 1954. Apesar de já ter 70 anos, Coco Chanel cria algumas peças que marcam o mundo da moda a nível mundial. Outros nomes como Givenchy, Nina Ricci, Dior ou Balenciaga fazem dos anos 50 uma época de sofisticação e classe.


Em 1954, Roger Vivier inventa o salto agulha e é um dos desenhadores de sapatos que mais colabora com Dior e vários outros estilistas da época.


Mas, em contrapartida, à medida que a alta-costura chega ao máximo requinte, nos Estados Unidos, o Ready to Wear (pronto-a-vestir), a par das novas soluções tecnológicas e produção de massa, dá às pessoas o acesso a novas colecções.


Mas esta época de glamour estava a chegar ao fim. A guerra-fria, a conquista do espaço, os avanços científicos e as mudanças culturais moldavam o mundo para diferentes caminhos que só se vieram a acentuar na década seguinte.


sexta-feira, junho 10, 2011

Escolas “adoptam” o Museu

No âmbito do concurso promovido conjuntamente pela Direcção Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular (DGIDC), pelo Instituto dos Museus e da Conservação (IMC) e pelo Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR), a Escola EB 2,3 e Secundária Oliveira Júnior e a Escola Secundária Dr. Serafim Leite, adoptaram o Museu da Chapelaria.

No total, 20 alunos inscritos neste concurso realizaram trabalhos originais no domínio das artes visuais, vídeo, multimédia e fotografia.

A representar a Escola EB 2,3 e Secundária Oliveira Júnior, sob a coordenação do Professor Filipe Almeida e da Professora Paula Azevedo e no âmbito da disciplina de Design, Comunicação e Audiovisuais, 4 grupos da turma J do 11º ano adoptaram o Museu.

Tiago Ferreira, Patrick Silva, Marco Oliveira e Marlene Santos realizaram, em formato de vídeo, uma pequena abordagem sobre a história da indústria da chapelaria (disponível em
http://www.youtube.com/watch?v=acawJbDeF7g&feature=related)

Luís Portal, Marcelo Oliveira, Lucas Magueta e Xavier Fonseca, através da fotografia, deram destaque à maquinaria da indústria da chapelaria.

Fabiana Correia, Pedro Horta, Diogo Cardoso e Diogo Paiva, apresentaram, sob os formatos de fotografia e multimédia, uma nova perspectiva sobre a colecção “Chapéus de Todo o Mundo”.

José Inácio, João Pereira, André Brito e Fábio Resende, desenvolveram um vídeo sobre a maquinaria da indústria da chapelaria (disponível em
http://www.youtube.com/watch?v=0rEkfBjbBBk)

Pela Escola Secundária Dr. Serafim Leite, sob a orientação do Professor Hugo Duarte, Andreia Cadete, Andreia Santos, Bebiana Silva e Catarina Saavedra trabalharam as artes visuais, através da sua representação do monumento Unhas Negras, sob a forma de relevo tridimensional.
O Museu da Chapelaria agradece a todos os acima mencionados, a participação neste Concurso.
Consulte a lista dos premiados em
http://www.ipmuseus.pt/pt-PT/iniciativas/actividades_imc/actividades_imc_arq/ContentDetail.aspx?id=1785

Doações ao Museu



Ao longo deste primeiro semestre de 2011, o Museu da Chapelaria recebeu várias doações de chapéus.

Lislotte e Patrick Thompson entenderam que o Museu da Chapelaria, seria o local ideal para guardar e mostrar os excepcionais chapéus que a madame Maria Helena Knott, secretária do senhor Calouste Gulbenkian, adquiriu ao longo das suas 80 e muitas primaveras, e que usou em diversos momentos sociais.

A senhora dona Maria Margarida Negrais de Matos teve a bondade de doar um belíssimo chapéu de coco, pertencente ao seu pai.

Recebemos, também, uma preciosa doação da senhora dona Maria Palmira Fino, da qual constam vinte e quatro chapéus de senhora singulares, em feltro e palha sintética, uma boina em lã merino, um lindíssimo aplique em forma de pétalas de flor, com fita preta e, ainda, um chapéu de homem, modelo clássico, em palha sintética.

O senhor Fernando da Silva Gomes presenteou-nos com oito chapéus distintos, bem como com material publicitário da EICHAP e da Sanjo, datado da época exercia a sua actividade de agente de vendas na empresa.

A senhora dona Maria Paula Calisto generosamente doou uma linda caixa de chapéus da “Ofélia Chapéus”, um extraordinário chapéu de senhora, em palha, com pormenores em veludo preto e, um invulgar chapéu de senhora, em tecido a formar pétalas de flor.

O Museu da Chapelaria sente-se cada vez mais responsável pelo trabalho que tem vindo a desenvolver com estas peças tão preciosas. São estas doações que ajudam a conservar e complementar a história de uma indústria, de costumes e tradições, que importa compreender.

Aproveitamos para reiterar os nossos agradecimentos a todas as pessoas que até hoje doaram chapéus ao Museu da Chapelaria.

quinta-feira, junho 09, 2011

Projecto Educativo Municipal 2010-2011

O Projecto Educativo Municipal do Museu da Chapelaria chegou ao fim.
Ao longo de todo o ano lectivo de 2010-2011, foram várias as escolas de São João da Madeira que participaram neste projecto: ao todo, mais de 500 alunos, distribuídos por 25 turmas.

Em exposição, até ao próximo dia 14 de Junho, encontram-se, no espaço do Serviço Educativo do Museu, os trabalhos finais realizados no âmbito dos projectos “A minha cidade tem história”, “O chapéu. Acessório indispensável” e “Os Chapéus dos meus Heróis”.

Visando estimular a investigação e o saber, o projecto “A minha cidade tem história” assumiu-se como complementar aos programas académicos dos alunos e visou ser um instrumento de trabalho, em sala de aula, para explorar as temáticas de carácter local, levando os participantes a descobrirem a história da sua cidade através da história da industrialização sanjoanense.

“O chapéu. Acessório indispensável” assentou numa visita orientada onde se fez uma abordagem histórica do acessório de moda mais usado entre os séculos XVII e XX. O objectivo foi perceber o papel do chapéu na sociedade e a sua evolução enquanto símbolo da identificação social.

Partindo das visitas orientadas à exposição “Os Chapéus dos meus Heróis”, pretendeu-se compreender as mais diversas personagens de Banda Desenhada através dos seus chapéus, apresentados sob a forma de belíssimas réplicas.

Foram, ainda, exploradas visitas orientadas ao museu, subordinadas ao tema “A Evolução dos Materiais”, onde, ligando as artes e as técnicas do fabrico, o museu apresentou a evolução das tecnologias no processo de fabrico do feltro, salientando os perigos e as dificuldade do processo manual contrapondo com o processo industrial.

Outro dos temas explorados nas visitas orientadas ao museu foi “A Ciência vive no Museu”, onde, através dos diferentes utensílios de medição dos processos de tingimento, de feltragem, ou de acabamento do feltro, o Museu explorou, de forma lúdica, diversas técnicas artesanais contrapondo-as com as mais actuais.

Realizaram-se, também, Visitas Orientadas ao Museu no âmbito da “Musealização da Indústria”, que tiveram como objectivo perceber as opções museológicas empregues no restauro dos materiais em exposição no Museu, consciencializando o público escolar para as questões da preservação e conservação do património industrial, bem como para a importância dos procedimentos básicos em conservação e restauro.

Ficam aqui algumas imagens:




terça-feira, junho 07, 2011

Chapéu do Mês - Capacete de Bombeiro




O capacete de bombeiro é um equipamento especial que oferece protecção para a cabeça, o rosto e a nuca, contra o calor, o fogo, o frio, a electricidade, a água e objectos pesados ou pontiagudos.

O capacete ou casco, como habitualmente é chamado, tem a função de proteger totalmente a cabeça e a face do bombeiro.

Inicialmente, estes capacetes eram feitos de materiais como o couro, que ao receberem um tratamento específico tornavam-se especialmente resistentes ao fogo e impermeáveis à água, evitando, deste modo, a sua deterioração. Posteriormente, começaram a utilizar-se materiais sintéticos e com mais resistência para fazer face às duras condições de trabalho dos bombeiros.

O seu casco externo é produzido com materiais anti-fogo que não são condutores de electricidade, sendo desenhado de forma ergonómica para que permita a realização dos movimentos naturais do corpo.

A viseira, caso o modelo possua uma, é desenhada de modo a que, quando levantada, fique escondida no interior do casco. É também dotado de quebra-telha, construído sem emendas ou peças adicionais. O seu acabamento externo é brilhante, resistente a raios UV e de fácil limpeza.

A viseira externa é construída em policarbonato com espessura de 3mm e tratamento contra arranhões nas duas superfícies (interna e externa) e anti-fogo na superfície interna. A viseira está desenhada de forma a ajustar-se ao contorno do rosto e tem uma correcção óptica de forma a evitar a distorção das imagens em situações de fumo e humidade.

O casco interno é constituído em espuma de alta densidade (poliuretano) resistente ao impacto e revestido em plástico ABS retardante de chama.
Dispõe ainda de um sistema de suspensão construído para permitir o ajuste à cabeça sem a necessidade de remover o capacete. A carneira é forrada em couro para maior conforto podendo ser removida para limpeza.
A protecção de nuca é térmica e confeccionada em meta-aramida em dupla camada. A meta-aramida é uma linha de costura composta por fibras que têm como principal característica a resistência a altas temperaturas.

A tira de fixação é construída em material anti-fogo do tipo para-aramida com fixação rápida e ajustável permitindo uma fixação segura do capacete.

As fibras para-aramidas têm como principal característica a resistência mecânica, sendo cinco vezes mais fortes do que o aço e tendo uma óptima resistência térmica. Estas fibras não se fundem e só se decompõem com temperaturas superiores a 425°.

Cada capacete passa por uma rigorosa certificação e homologação dos materiais para a sua confecção.

sexta-feira, junho 03, 2011

Próxima conferência... O chapéu na poesia


A Associação dos Amigos do Museu da Chapelaria organizou uma nova sessão do Ciclo de conferências "Um chapéu pode cobrir muitas ideias...".
Tendo como tema principal "O Chapéu na Poesia", esta sessão irá acontecer já no próximo dia 08 de Junho, quarta-feira, pelas 21:30 horas, no auditório do Museu da Chapelaria.

O conferencista convidado é o poeta e ficcionista Nuno Júdice, ficando a moderação a cargo do Professor Doutor Eduardo Paz Barroso.

Contamos com a sua presença.

domingo, maio 29, 2011

"Eu sou a história da minha cidade" em Serralves


DIA 28 de MAIO - VISITA SERRALVES EM FESTA




O Museu da Chapelaria, tutelado pelo Município de S. João da Madeira levou no passado sábado, dia 28 de Maio, um conjunto de pessoas, habitualmente não frequentadoras de espaços culturais, ao Serralves em Festa.

Trata-se de um projecto no qual o Museu da Chapelaria programou um conjunto de actividades de inclusão social.

O projecto de S. João da Madeira, está a ser desenvolvido com o apoio de diversas instituições da Rede de Acção Social de S. João Madeira, intitula-se “Eu sou a História da minha cidade” e é dirigido a grupos desfavorecidos e tradicionalmente excluídos do acesso à cultura e visa promover a eliminação das barreiras culturais e sociais que os mantêm como públicos excluídos.
 
Globalmente o projecto visa estimular a investigação em torno da história de S. João da Madeira, levando os participantes a descobrirem, para melhor compreenderem, o percurso histórico, cultural, social e económico do seu concelho, estimulando, consequentemente, o seu envolvimento afectivo com a cidade, os locais e as instituições que perpetuam a memória para as gerações vindouras.

Serralves em Festa foi um dos pontos de passagem de grande interesse para o nosso grupo. Avaliação foi muito positiva. Prometeram voltar!


+ info

Momentos - Memórias Musicadas


No passado dia 20 de Maio, o Museu da Chapelaria, em parceria com o restaurante Fábrica dos Sentidos, surpreendeu os seus visitantes com "Memórias Musicadas". 
Instalados na esplanada do restaurante, depois de uma visita nocturna ao museu, os visitantes puderam assistir ao concerto dos Distant Ship.



Distant Ship é uma banda de Rock, proveniente de São João da Madeira, que se iniciou no dia 6 de Novembro de 2010. A banda é influenciada pelo Rock puro de 70's e 80's. Esta intitula-se como uma banda de originais, mas também de cover's das suas maiores influências. Iniciaram o projecto com 4 elementos. Zé Neves (Voz e Guitarra), Hélder Silva (Guitarra), Filipe Neves (Baixo e Backing Vocals) e Ricardo Danin (Bateria).

in http://www.myspace.com/distant_ship

terça-feira, maio 24, 2011

ESTUDOS DE PÚBLICOS

S. João da Madeira está a desenvolver um novo projecto cultural para a cidade

Gostaríamos de contar com a sua colaboração, respondendo a algumas questões. Nenhum dado pessoal é guardado e as respostas destinam-se apenas à realização de um Estudo de Públicos.

Colabore, respondendo ao inquérito aqui!

segunda-feira, maio 23, 2011

Aniversário no Museu


No passado Sábado o Museu da Chapelaria festejou mais um aniversário! A Taísa fez 7 anos, e convidou os seus amigos para uma festa muito cheia de chapéus e personagens de encantar.

Se o seu filho/a também faz anos brevemente, contacte o Serviço educativo do Museu e informe-se sobre as festas de aniversário no Museu.

Para mais informações, consultar separador superior Festas de Aniversário.





quinta-feira, maio 19, 2011

Inauguração da Exposição Ofício de Sapateiro




A Exposição temporária "Ofício de Sapateiro" abriu ao público no passado dia 18, Dia Internacional dos Museus. A inauguração da exposição foi realizada pelo Senhor Presidente da Câmara, Dr. Castro Almeida, pelo Vice-Presidente Dr. Rui Costa, pela Dra. Suzana Menezes, directora do Museu da Chapelaria e na presença dos representantes do CFPIC, do Centro Tecnológico do Calçado e demais presentes.

Este novo ciclo de exposições temporárias intitulado “Artes e Ofícios. Memórias e Identidades”, previsto para os próximos anos no Museu da Chapelaria, pretende reflectir acerca da importância do trabalho na estruturação das identidades de diferentes comunidades. O ofício de sapateiro foi um grande marco na evolução e crescimento de S. João da Madeira. Com esta exposição apresenta-se desde o surgimento deste ofício, passando pela produção do sapato até à própria evolução do design no calçado.

Esta exposição é explorada pelo Serviço Educativo para os diferentes públicos. Para marcações contacte-nos através do 256 201 680.

quarta-feira, maio 18, 2011

Saudação no Dia Internacional dos Museus

Na passagem de mais um Dia Internacional dos Museus, a Direcção da Comissão Nacional Portuguesa do ICOM saúda fraternalmente todos os museus e profissionais de museus portugueses, aos quais se fica a dever uma das mais profundas “revoluções silenciosas” das últimas décadas na área da Cultura. Não façam os males do presente esquecer que os museus são “corredores de fundo, resilientes”, cujo futuro sempre esteve e estará nas mãos das comunidades de que emanem e a quem servem.


A Direcção do ICOM Portugal, em 18 de Maio de 2011
 
(mensagem veiculada pela Direcção do ICOM-Portugal no Dia Internacional dos Museus)

terça-feira, maio 17, 2011

A Noite do Museu da Chapelaria


No passado dia 14 de Maio comemorou-se mais uma "Noite dos Museus".
O Museu da Chapelaria não faltou ao compromisso e abriu as suas portas noite dentro.
Pouco passava das 21h30, quando os sons esvoaçaram pelas paredes das exposições de longa duração.
Com o apoio da Academia de Música de S. João da Madeira, o Museu ofereceu aos seus visitantes um concerto pela Orquestra de Sopros.
A noite terminou com as já tradicionais visitas nocturnas ao museu, ao longo das quais se contaram as histórias dos famosos Unhas Negras.

segunda-feira, maio 16, 2011

o Ofício de Sapateiro



A Câmara Municipal de S. João da Madeira e o Museu da Chapelaria convidam V. Ex.a para a inauguração da exposição "Ofício de Sapateiro" que decorrerá no próximo dia 18 de Maio pelas 11h30 na sala de exposições temporárias.
A exposição estará patente até ao fim do mês de Setembro.

quinta-feira, maio 12, 2011

Maio é o mês dos Museus

Uma vez mais os museus portugueses vão comemorar o Dia Internacional dos Museus com um grande programa cultural, onde salientamos as actividades organizadas na Noite dos Museus (sábado, 14 de Maio) e no Dia Internacional dos Museus (18 de Maio).

O tema das comemorações em 2011 é "MUSEU E MEMÓRIA: Os objectos contam a vossa história"
Como sempre os museus estarão abertos gratuitamente nestas ocasiões e proporcionarão a todos os visitantes um conjunto de iniciativas muito diversificadas. Pode ficar a conhecer o programa de todos os Museus credenciados da Rede Portuguesa de Museus aqui

O Museu da Chapelaria tem preparado o seguinte programa para 2011


14 DE MAIO » 21h30 » Noite dos Museus

Espectáculo pela ORQUESTRA DE SOPROS DA ACADEMIA DE MÚSICA DE S. JOÃO DA MADEIRA


18 DE MAIO
10H00- Inauguração da Exposição "O OFÍCIO DO SAPATEIRO" e da Exposição "CHAPÉUS DO MUSEU NACIONAL DO TRAJE"

ÀS 10H00 » 11H30 » 14H00 » 15H30 - Demonstrações ao vivo do corte manual do pêlo de coelho, tingimento de feltro manual e apresentação manual da aferreagem do chapéu (mediante marcação prévia com o Serviço Educativo 256 201 680)




20 DE MAIO » 22h00
MEMÓRIAS MUSICADAS - Espectáculo musical com o grupo Distant Ship acompanhado pela leitura de textos que relembram memórias passadas. Ao mesmo tempo jogos tradicionais de mesa estarão à disposição do público.


21 DE MAIO » 14H30
Workshop de Risoterapia


28 DE MAIO » 11h00
TODOS DIFERENTES, TODOS IGUAIS [PÚBLICOS COM NECESSIDADES ESPECIAIS]
Esta visita explora todos os sentidos e leva participantes a descobrirem o maravilhoso mundo dos chapéus com os olhos, as mãos, o nariz e os ouvidos. Sempre que necessário o Museu disponibiliza ao educador, uma maleta com os materiais pedagógicos para exploração prévia da visita.

(Para mais detalhes ou para proceder à inscrição por favor contacte o serviço educativo do museu pelo telefone 256 201 680)

domingo, maio 08, 2011

| A Ciência vive no Museu |

Pelo 5º ano consecutivo, a Feira da Ciência tem palco no Museu da Chapelaria. 
Experiências divertidas mas pedagógicas, bem como uma “viagem” pelo simulador do Champimóvel, marcaram as primeiras horas deste evento. 
Até ao próximo dia 13 passarão pelas instalações do Museu da Chapelaria mais de 2000 crianças da Educação Pré-Escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico e 1600 alunos do 2.º, 3.º Ciclos e Ensino Secundário. 

sábado, abril 23, 2011

Visita do Lar Rainha Sta. Mafalda

Uma vez mais as meninas do Lar Rainha Santa Mafalda passaram uma tarde divertida no museu. Hoje foi o dia de ir "À descoberta das máquinas"...
E o resultado está à vista!
Boa Páscoa meninas!



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| Os momentos que ficam das férias da Páscoa no Museu |


As férias da Páscoa já estão quase a terminar e o frenesim dos dias de aulas está a chegar. Mas são momentos como estes que ficam marcados para sempre nas memórias e nos corações destes mais pequenos que partilharam connosco duas semanas cheias de aventuras e histórias encantadas.
Foram dias diferentes, plenos de pormenores coloridos que foram enchendo as caixinhas dos nossos corações. Longas histórias se foram formando a partir do "nada" que afinal de contas podia ser "tudo".
Uma vez mais o Serviço Educativo apresentou um programa repleto de actividades com criatividade que tinham como propósito educar, desenvolver as capacidades de ver, de interpretar e comunicar através do património.
As Férias no Museu voltam já em Julho com o programa Férias de Verão no Museu e Paços.
A todos uma Santa e Feliz Páscoa!

quinta-feira, abril 14, 2011

A família no Museu!



16 de Abril
Todo o dia

Um labirinto na Chapelaria


Visita a exposição permanente do museu e procura as palavras-chave distribuídas pelos 3 pisos para responder


às perguntas deste labirinto. Atelier para crianças entre os 7 e os 10 anos.

quinta-feira, abril 07, 2011

o chapéu no teatro


Hoje, às 21h30, a Associação dos Amigos do Museu promove uma conferência intitulada "O Chapéu no Teatro", que conta com a participação do actor António Durães e do professor, cenógrafo e aderecista António Moura Pinheiro, comissariada pelo Prof. Dr. Eduardo Paz Barroso da Universidade Fernando Pessoa.
Entrada gratuita.

terça-feira, abril 05, 2011

Jantar Vínico no Museu da Chapelaria



O restaurante do Museu da Chapelaria organiza no próximo sábado, dia 09 de Abril, a partir das 20h, um Jantar Vínico.
Uma experiência a não perder.


EMENTA

Menu Quinta do Pinto



ENTRADA


Crepe recheado com morcela e maça caramelizada


Lasso Branco ( Arinto, Fernão Pires)



PEIXE


Vieiras coradas com flor de sal de citrinos


Pinto (Viognier, Chardonay)



CARNE


Cabrito assado com arroz de míudos e açafrão


Pinto (Touriga Nacional)



SOBREMESA


Sopa fria de morangos com gelado de Limão


Pinto (viognier, Marsanne, Roussanne)


Preço : 30€


RESERVE JÀ A SUA MESA


Limite máximo 30 pessoas

sábado, abril 02, 2011

Chapéus há muitos! Chapéu de Cantoneiro



Os cantoneiros eram funcionários públicos, durante o Estado Novo, ao serviço do Ministério das Obras Públicas, que tinham como função manter as estradas nas melhores condições possíveis, sendo responsáveis pela sua limpeza, conservação e reparação sempre que necessário.

Usavam uma farda de trabalho oficial composta por calças e casaco em tons cinza azeitona e/ou acastanhada, botas de ensebar, e um chapéu de abas semi-largas, arredondado no topo.

Como trabalhadores alfabetizados que eram, tinham que conhecer de cor O Manual do Cantoneiro, instrumento de formação profissional que ensinava o ofício do cantoneiro e exigia o rigoroso cumprimento de todas as regras, em particular das do vestuário.

No que diz respeito ao trajar, esta cartilha referia que:

O pessoal cantoneiro deve apresentar-se na estrada convenientemente uniformizado, de harmonia com o que está estabelecido, barbeado e de cabelo cortado, não esquecendo nunca que deve impor-se pela sua apresentação. (…) Os cantoneiros poderão trazer, por debaixo da camisa regulamentar, os agasalhos que lhes forem necessários, não lhes sendo, porém, permitido envergar sobre a farda qualquer outra peça de vestuário, além do casaco e calça impermeável, fato de couro ou fato de macaco, quando estiverem trabalhando com betume. Durante o verão usarão a camisa com a gola aberta nos dois primeiros botões e as mangas arregaçadas, se o calor a isso obrigar. Os chapéus regulamentares serão usados sem a copa e a aba se apresentarem deformadas.

Fonte: Manual do cantoneiro: serviços de conservação das vias municipais / Direcção-Geral dos Serviços de Urbanização. - Lisboa: D.G.S.U., 1954. - 66, [1] p.: il.

Com o seu característico fardamento, os cantoneiros eram figuras verdadeiramente carismáticas que prestavam grande apoio às populações. Eles faziam autêntico serviço público quando davam informações aos turistas ou de uma forma geral a todos os automobilistas que circulavam nas estradas nacionais e lhas solicitavam.

Actualmente, esta profissão já se encontra extinta.

sexta-feira, abril 01, 2011

Inscrições abertas - Férias da Páscoa no Museu

Clique na imagem para aceder ao programa


Estão abertas as inscrições, para o Programa "Férias da Páscoa no Museu".

A partir de diferentes actividades propostas pelo Museu e pela Biblioteca Municipal pretende-se estimular a criatividade, desenvolver a leitura, o gosto pelos livros e potenciar a experiência de trabalho em grupo.


O programa decorre de 11 a 21 de Março nos seguintes moldes:


Dia 11 e 18 - Todo o dia na Biblioteca
Dia 12 e 19 - Todo o dia no Museu
Os restantes dias as actividades decorrem de manhã na Biblioteca e à tarde no Museu


Horário:
Manhã - 9h30 - 12h30
Tarde - 14h30 - 17h30

Para mais informações, por favor, contacte o Serviço Educativo do Museu pelo telefone 256 201 680.

Famílias no Museu em Abril!

| Programa famílias | GRATUITO aos Sábados
A MINHA FAMÍLIA VAI AO MUSEU… E A TUA? é um programa dirigido especificamente para o público família. A entrada no museu e nas oficinas é gratuita devendo, contudo, fazer marcação prévia (256 201 680).

| 2 de Abril | 15h30 | Oficina “É de dar o nó!”
Ser pescador tem muito que se lhe diga. Vamos dar nós à cabeça e perceber estas vidas de mar. Atelier para crianças entre os 9 e 14 anos.

| 9 de Abril | 10h30 e 15h30 | Oficina Como será! Um museu!
O que é isso? Para que serve? Vamos pôr no papel o que achamos que é um museu! Será um sítio cheio de coisas velhas? Ou um sítio onde se aprendem novas coisas? Atelier para crianças entre os 5 e os 8 anos.

| 16 de Abril | Todo o dia | Um labirinto na Chapelaria
Visita a exposição permanente do museu e procura as palavras-chave distribuídas pelos 3 pisos para responder às perguntas deste labirinto. Atelier para crianças entre os 7 e os 10 anos.

| 30 de Abril | 10h30 | Oficina Peixe Salgado
O sal apesar de ser um condimento essencial à nossa cozinha, também é utilizado nas artes plásticas. Vem descobrir este cristal e produzir o teu peixe salgado. Atelier para crianças entre os 5 e os 8 anos.




Newsletter de Abril

quarta-feira, março 30, 2011

o Chapéu e o Teatro


A Associação dos Amigos do Museu organiza no dia 07 de Abril, quinta-feira, às 21h30, uma conferência intitulada "O Chapéu no Teatro", que conta com a participação do actor António Durães, actualmente um dos professores mais conceituados de encenação no ESMAE (Escola Superior de Musica e Artes do Espectáculo do Porto) e do professor, cenógrafo e aderecista António Moura Pinheiro.


António Durães, que surge semanalmente na série de ficção da RTP “Conta-me como foi”, estudou teatro na Escola de Formação Teatral do Centro Cultural de Évora, sendo actor profissional desde 1984. Já trabalhou com a Companhia de Teatro de Braga, o Teatro Nacional S. João, o Teatro Nacional D. Maria II, o Seiva Trupe, os Artistas Unidos e o Centro Cultural de Belém, entre outros.
Desde 1995 que trabalha como encenador, tendo realizado diversos espectáculos para a Companhia de Teatro de Braga, como O Fetichista, de Michel Tournier, O Arquitecto e o Imperador da Assíria, de Fernando Arrabal, Póquer na Jamaica, de Evelyne Pieiller, todos no Teatro Circo, ou O Doido e a Morte, de Raul Brandão, e A Estalajadeira, de Carlo Goldoni, no Espaço Alternativo PT, entre muitas outras.
Para o grupo Mão Morta encenou Maldoror, espectáculo realizado a partir de excertos de Os Cantos de Maldoror do Conde de Lautréamont.
Desde 2000 é professor da disciplina de Interpretação no Curso de Teatro do ESMAE.

António Moura Pinheiro é Director do Departamento de Teatro do ESMAE, instituição onde também lecciona, tendo uma ampla actividade e experiência como cenógrafo e aderecista em várias produções importantes.

segunda-feira, março 21, 2011

Festeja o teu aniversário no Museu

O Museu da Chapelaria organiza, no dia dos teus anos, uma festa de se lhe tirar o chapéu!!

Temos para ti e para os teus amigos um delicioso lanche, muitas e divertidas actividades lúdicas, jogos e visitas ao Museu.

Se tens entre 3 e 14 anos vem divertir-te no Museu e oferece aos teus amigos uma tarde inesquecível e muito original… o serviço educativo do museu é todo teu nesta tarde!


[para mais informações, pf. contacte o serviço educativo do museu da chapelaria através do telefone 256 201 680 ou pelo mail museu.chapelaria@gmail.com]

sexta-feira, março 18, 2011

começa curso de gestão de organizações culturais


Arrancou esta semana, no Museu da Chapelaria, o Curso de Especialização Profissional em Gestão de Organizações e Projectos Culturais, organizado pela CultIdeias.
Com a lotação esgotada, esta edição reúne profissionais do sector cultural e criativo, provenientes, sobretudo, da Região Norte.
A sessão de abertura esteve a cargo do Vice-Presidente da Autarquia, Dr. Rui Costa e do Presidente da CultIdeias, Dr. Vítor Martelo.

 



terça-feira, março 15, 2011

visitas temáticas orientadas

Desde a abertura do presente ano escolar o Museu da Chapelaria tem vindo a organizar visitas temáticas orientadas, especialmente dirigidas ao público escolar (do pré-escolar ao ensino secundário).

Estas visitas visam a exploração do espólio do Museu em áreas temáticas de maior abrangência, indo assim ao encontro dos interesses de docentes e alunos.

Até Junho deste ano estarão disponíveis as seguintes visitas orientadas:




O MUNDO MÁGICO DOS CHAPÉUS

PÚBLICOS: DO PRÉ-ESCOLAR AO ENSINO SECUNDÁRIO
DURAÇÃO: 45m/60m

Para quem nunca visitou o Museu da Chapelaria recomendamos que escolha a visita geral que apresenta o mundo mágico do fabrico de chapéus. A visita começa mesmo antes de entrar no museu, quando os visitantes são convidados a conhecer os “Unhas Negras” que os aguardam no exterior do edifício. Aqui começa então a ser contada esta grande História que marcou o processo de industrialização em Portugal no início do século passado.
Dentro do museu e ao longo de três pisos de exposição, o visitante fica a conhecer toda a cadeia operatória do pêlo ao cone, do cone ao chapéu e, finalmente, dos Dedos Mágicos ao Acabamento.
A última sala de exposição de longa duração, intitulada Sala dos Usos Sociais, é inteiramente dedicada à interpretação dos diferentes contextos socais, culturais e económicos do uso do chapéu, sendo que trimestralmente são organizadas diferentes exposições.






SABES COMO SE FAZ UM CHAPÉU?
PÚBLICOS: PRÉ-ESCOLAR E 1º CICLO
DURAÇÃO: 45m + 30m (oficina)

De forma lúdica e interactiva, as crianças são convidadas a descobrirem o processo de fabrico do chapéu de feltro.
Nesta tipologia de visita os participantes são desafiados na sua criatividade e imaginação, tendo acesso sensitivo a matérias-primas, ferramentas e máquinas.
Este tipo de visita é complementado com a realização de uma oficina de trabalho que pretende tornar mais compreensível a informação já adquirida. Durante estas oficinas, as crianças irão testar as mesmas matérias-primas e ferramentas, potenciando a sua capacidade de aprendizagem e retenção de informação.






UMA CIDADE DE CHAPÉUS
PÚBLICOS: 2º E 3º CICLOS
DURAÇÃO: 60m + 45m (oficina)


Esta visita começa com uma abordagem à história local por intermédio da qual é feita a contextualização da importância social, económica e cultural da indústria chapeleira e da Empresa Industrial de Chapelaria em Portugal.
Numa fase posterior, os visitantes são confrontados com a evolução técnica e tecnológica desta indústria, desde a sua fase mais artesanal até aos dias de hoje.
Este tipo de visita é complementado com a realização de uma oficina de trabalho que pretende tornar mais compreensível a informação já adquirida.
[Esta visita pode ser adaptada a alunos do ensino secundário].





HISTÓRIA DA INDUSTRIALIZAÇÃO PORTUGUESA
PÚBLICOS: 3º CICLO E ENSINO SECUNDÁRIO
DURAÇÃO: 45m + 60m (empresa)
[Mediante a disponibilidade das Empresas associadas. Grupos não superiores a 15 pessoas]


Compreender o processo de industrialização português e a consequente transformação dos territórios humanos e geográficos, é o objectivo central desta visita que pode ser complementada com uma visita a unidades produtoras de chapéus ainda em funcionamento.






A HISTÓRIA DOS CHAPÉUS
PÚBLICOS: TODOS OS GRAUS DE ENSINO
DURAÇÃO: 45m + 30m (auditório)


Esta visita (adaptada às diferentes faixas etárias) é constituída por dois momentos diferentes:

1ª fase: visita às exposições de longa duração do Museu, por intermédio da qual é explicada a forma de produção de um chapéu e a sua evolução no tempo;


2ª fase: sessão realizada no auditório do Museu, com recurso a novas tecnologias, para apresentação, explicação e debate em torno da História do Chapéu e do seu papel social e cultural.




VISITA EM LÍNGUA ESTRANGEIRA
PÚBLICOS: Alunos de francês e inglês
DURAÇÃO: 45m/60m


Visita destinada a alunos de francês ou inglês (qualquer nível de ensino) e que visa estimular a conversação e entendimento destas línguas estrangeiras.



Para agendar uma destas visitas deverá ligar com o Serviço Educativo do Museu da Chapelaria (256 201 680) entre terça-feira e sábado.
Relembramos que o Museu da Chapelaria organiza também visitas a grupos aos sábados, domingos e feriados.


 






sexta-feira, março 11, 2011

Dificuldades na aprendizagem da leitura e da escrita em debate

“Dificuldades na aprendizagem da leitura e da escrita” é o tema da 4.ª sessão temática a realizar em S. João da Madeira no âmbito das Jornadas da Educação 2010/2011.

A oradora convidada é Ivone Ganso, licenciada em Psicologia, pós-graduada em Intervenção cognitivo-comportamental, especializada em psicologia clínica e neurociências.

O seu Curriculum inclui trabalho directo com crianças com dificuldades de aprendizagem no Agrupamento de Escolas Irmãos Passos (Guifões) e no Agrupamento de Escolas Soares dos Reis (Vila Nova de Gaia). Realizou também intervenção com crianças em risco de abandono escolar no Agrupamento de Escolas de Penafiel. Actualmente exerce actividade de clínica privada.

Esta sessão temática é especialmente dirigida a pais, encarregados de educação, docentes e demais elementos da comunidade educativa. A sessão decorre no auditório do Museu da Chapelaria, no dia 24 de Março, pelas 18.00 horas e a entrada é gratuita.

quinta-feira, março 10, 2011

rotas chapeleiras e caminhadas pelo património


Agora que os dias começam a ficar novamente maiores, o Museu reinicia as suas rotas chapeleiras e as caminhadas turísticas pelo património.
Venha passar um dia em S. João da Madeira e conhecer um património diferente.


Saiba tudo aqui