Uma vez mais os museus portugueses vão comemorar o Dia Internacional dos Museus com um grande programa cultural, onde salientamos as actividades organizadas na Noite dos Museus (sábado, 14 de Maio) e no Dia Internacional dos Museus (18 de Maio).
O tema das comemorações em 2011 é "MUSEU E MEMÓRIA: Os objectos contam a vossa história"
Como sempre os museus estarão abertos gratuitamente nestas ocasiões e proporcionarão a todos os visitantes um conjunto de iniciativas muito diversificadas. Pode ficar a conhecer o programa de todos os Museus credenciados da Rede Portuguesa de Museus aqui
O Museu da Chapelaria tem preparado o seguinte programa para 2011
14 DE MAIO » 21h30 » Noite dos Museus
Espectáculo pela ORQUESTRA DE SOPROS DA ACADEMIA DE MÚSICA DE S. JOÃO DA MADEIRA
18 DE MAIO
10H00- Inauguração da Exposição "O OFÍCIO DO SAPATEIRO" e da Exposição "CHAPÉUS DO MUSEU NACIONAL DO TRAJE"
ÀS 10H00 » 11H30 » 14H00 » 15H30 - Demonstrações ao vivo do corte manual do pêlo de coelho, tingimento de feltro manual e apresentação manual da aferreagem do chapéu (mediante marcação prévia com o Serviço Educativo 256 201 680)
20 DE MAIO » 22h00
MEMÓRIAS MUSICADAS - Espectáculo musical com o grupo Distant Ship acompanhado pela leitura de textos que relembram memórias passadas. Ao mesmo tempo jogos tradicionais de mesa estarão à disposição do público.
21 DE MAIO » 14H30
Workshop de Risoterapia
28 DE MAIO » 11h00
TODOS DIFERENTES, TODOS IGUAIS [PÚBLICOS COM NECESSIDADES ESPECIAIS]
Esta visita explora todos os sentidos e leva participantes a descobrirem o maravilhoso mundo dos chapéus com os olhos, as mãos, o nariz e os ouvidos. Sempre que necessário o Museu disponibiliza ao educador, uma maleta com os materiais pedagógicos para exploração prévia da visita.
(Para mais detalhes ou para proceder à inscrição por favor contacte o serviço educativo do museu pelo telefone 256 201 680)
quinta-feira, maio 12, 2011
domingo, maio 08, 2011
| A Ciência vive no Museu |
Pelo 5º ano consecutivo, a Feira da Ciência tem palco no Museu da Chapelaria.
Experiências divertidas mas pedagógicas, bem como uma “viagem” pelo simulador do Champimóvel, marcaram as primeiras horas deste evento.
Até ao próximo dia 13 passarão pelas instalações do Museu da Chapelaria mais de 2000 crianças da Educação Pré-Escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico e 1600 alunos do 2.º, 3.º Ciclos e Ensino Secundário.
sábado, abril 23, 2011
Visita do Lar Rainha Sta. Mafalda
Uma vez mais as meninas do Lar Rainha Santa Mafalda passaram uma tarde divertida no museu. Hoje foi o dia de ir "À descoberta das máquinas"...
E o resultado está à vista!
Boa Páscoa meninas!
| Os momentos que ficam das férias da Páscoa no Museu |
As férias da Páscoa já estão quase a terminar e o frenesim dos dias de aulas está a chegar. Mas são momentos como estes que ficam marcados para sempre nas memórias e nos corações destes mais pequenos que partilharam connosco duas semanas cheias de aventuras e histórias encantadas.
Foram dias diferentes, plenos de pormenores coloridos que foram enchendo as caixinhas dos nossos corações. Longas histórias se foram formando a partir do "nada" que afinal de contas podia ser "tudo".
Uma vez mais o Serviço Educativo apresentou um programa repleto de actividades com criatividade que tinham como propósito educar, desenvolver as capacidades de ver, de interpretar e comunicar através do património.
As Férias no Museu voltam já em Julho com o programa Férias de Verão no Museu e Paços.
A todos uma Santa e Feliz Páscoa!
quinta-feira, abril 14, 2011
A família no Museu!
16 de Abril
Todo o dia
Um labirinto na Chapelaria
Visita a exposição permanente do museu e procura as palavras-chave distribuídas pelos 3 pisos para responder
às perguntas deste labirinto. Atelier para crianças entre os 7 e os 10 anos.
domingo, abril 10, 2011
quinta-feira, abril 07, 2011
o chapéu no teatro
Hoje, às 21h30, a Associação dos Amigos do Museu promove uma conferência intitulada "O Chapéu no Teatro", que conta com a participação do actor António Durães e do professor, cenógrafo e aderecista António Moura Pinheiro, comissariada pelo Prof. Dr. Eduardo Paz Barroso da Universidade Fernando Pessoa.
Entrada gratuita.
terça-feira, abril 05, 2011
Jantar Vínico no Museu da Chapelaria
O restaurante do Museu da Chapelaria organiza no próximo sábado, dia 09 de Abril, a partir das 20h, um Jantar Vínico.
Uma experiência a não perder.
EMENTA
Menu Quinta do Pinto
ENTRADA
Crepe recheado com morcela e maça caramelizada
Lasso Branco ( Arinto, Fernão Pires)
PEIXE
Vieiras coradas com flor de sal de citrinos
Pinto (Viognier, Chardonay)
CARNE
Cabrito assado com arroz de míudos e açafrão
Pinto (Touriga Nacional)
SOBREMESA
Sopa fria de morangos com gelado de Limão
Pinto (viognier, Marsanne, Roussanne)
Preço : 30€
RESERVE JÀ A SUA MESA
Limite máximo 30 pessoas
sábado, abril 02, 2011
Chapéus há muitos! Chapéu de Cantoneiro
Os cantoneiros eram funcionários públicos, durante o Estado Novo, ao serviço do Ministério das Obras Públicas, que tinham como função manter as estradas nas melhores condições possíveis, sendo responsáveis pela sua limpeza, conservação e reparação sempre que necessário.
Usavam uma farda de trabalho oficial composta por calças e casaco em tons cinza azeitona e/ou acastanhada, botas de ensebar, e um chapéu de abas semi-largas, arredondado no topo.
Como trabalhadores alfabetizados que eram, tinham que conhecer de cor O Manual do Cantoneiro, instrumento de formação profissional que ensinava o ofício do cantoneiro e exigia o rigoroso cumprimento de todas as regras, em particular das do vestuário.
No que diz respeito ao trajar, esta cartilha referia que:
O pessoal cantoneiro deve apresentar-se na estrada convenientemente uniformizado, de harmonia com o que está estabelecido, barbeado e de cabelo cortado, não esquecendo nunca que deve impor-se pela sua apresentação. (…) Os cantoneiros poderão trazer, por debaixo da camisa regulamentar, os agasalhos que lhes forem necessários, não lhes sendo, porém, permitido envergar sobre a farda qualquer outra peça de vestuário, além do casaco e calça impermeável, fato de couro ou fato de macaco, quando estiverem trabalhando com betume. Durante o verão usarão a camisa com a gola aberta nos dois primeiros botões e as mangas arregaçadas, se o calor a isso obrigar. Os chapéus regulamentares serão usados sem a copa e a aba se apresentarem deformadas.
Fonte: Manual do cantoneiro: serviços de conservação das vias municipais / Direcção-Geral dos Serviços de Urbanização. - Lisboa: D.G.S.U., 1954. - 66, [1] p.: il.
Com o seu característico fardamento, os cantoneiros eram figuras verdadeiramente carismáticas que prestavam grande apoio às populações. Eles faziam autêntico serviço público quando davam informações aos turistas ou de uma forma geral a todos os automobilistas que circulavam nas estradas nacionais e lhas solicitavam.
Actualmente, esta profissão já se encontra extinta.
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exposições temporárias,
Gestão de Colecções - História do Chapéu
sexta-feira, abril 01, 2011
Inscrições abertas - Férias da Páscoa no Museu
Clique na imagem para aceder ao programa
Estão abertas as inscrições, para o Programa "Férias da Páscoa no Museu".
A partir de diferentes actividades propostas pelo Museu e pela Biblioteca Municipal pretende-se estimular a criatividade, desenvolver a leitura, o gosto pelos livros e potenciar a experiência de trabalho em grupo.
O programa decorre de 11 a 21 de Março nos seguintes moldes:
Dia 11 e 18 - Todo o dia na Biblioteca
Dia 12 e 19 - Todo o dia no Museu
Os restantes dias as actividades decorrem de manhã na Biblioteca e à tarde no Museu
Horário:
Manhã - 9h30 - 12h30
Tarde - 14h30 - 17h30
Para mais informações, por favor, contacte o Serviço Educativo do Museu pelo telefone 256 201 680.
Famílias no Museu em Abril!
| Programa famílias | GRATUITO aos Sábados
A MINHA FAMÍLIA VAI AO MUSEU… E A TUA? é um programa dirigido especificamente para o público família. A entrada no museu e nas oficinas é gratuita devendo, contudo, fazer marcação prévia (256 201 680).
| 2 de Abril | 15h30 | Oficina “É de dar o nó!”
Ser pescador tem muito que se lhe diga. Vamos dar nós à cabeça e perceber estas vidas de mar. Atelier para crianças entre os 9 e 14 anos.
| 9 de Abril | 10h30 e 15h30 | Oficina Como será! Um museu!
O que é isso? Para que serve? Vamos pôr no papel o que achamos que é um museu! Será um sítio cheio de coisas velhas? Ou um sítio onde se aprendem novas coisas? Atelier para crianças entre os 5 e os 8 anos.
| 16 de Abril | Todo o dia | Um labirinto na Chapelaria
Visita a exposição permanente do museu e procura as palavras-chave distribuídas pelos 3 pisos para responder às perguntas deste labirinto. Atelier para crianças entre os 7 e os 10 anos.
| 30 de Abril | 10h30 | Oficina Peixe Salgado
O sal apesar de ser um condimento essencial à nossa cozinha, também é utilizado nas artes plásticas. Vem descobrir este cristal e produzir o teu peixe salgado. Atelier para crianças entre os 5 e os 8 anos.
quarta-feira, março 30, 2011
o Chapéu e o Teatro
António Durães, que surge semanalmente na série de ficção da RTP “Conta-me como foi”, estudou teatro na Escola de Formação Teatral do Centro Cultural de Évora, sendo actor profissional desde 1984. Já trabalhou com a Companhia de Teatro de Braga, o Teatro Nacional S. João, o Teatro Nacional D. Maria II, o Seiva Trupe, os Artistas Unidos e o Centro Cultural de Belém, entre outros.
Desde 1995 que trabalha como encenador, tendo realizado diversos espectáculos para a Companhia de Teatro de Braga, como O Fetichista, de Michel Tournier, O Arquitecto e o Imperador da Assíria, de Fernando Arrabal, Póquer na Jamaica, de Evelyne Pieiller, todos no Teatro Circo, ou O Doido e a Morte, de Raul Brandão, e A Estalajadeira, de Carlo Goldoni, no Espaço Alternativo PT, entre muitas outras.
Para o grupo Mão Morta encenou Maldoror, espectáculo realizado a partir de excertos de Os Cantos de Maldoror do Conde de Lautréamont.
Desde 2000 é professor da disciplina de Interpretação no Curso de Teatro do ESMAE.
António Moura Pinheiro é Director do Departamento de Teatro do ESMAE, instituição onde também lecciona, tendo uma ampla actividade e experiência como cenógrafo e aderecista em várias produções importantes.
segunda-feira, março 21, 2011
Festeja o teu aniversário no Museu
O Museu da Chapelaria organiza, no dia dos teus anos, uma festa de se lhe tirar o chapéu!!
Temos para ti e para os teus amigos um delicioso lanche, muitas e divertidas actividades lúdicas, jogos e visitas ao Museu.
Se tens entre 3 e 14 anos vem divertir-te no Museu e oferece aos teus amigos uma tarde inesquecível e muito original… o serviço educativo do museu é todo teu nesta tarde!
[para mais informações, pf. contacte o serviço educativo do museu da chapelaria através do telefone 256 201 680 ou pelo mail museu.chapelaria@gmail.com]
Temos para ti e para os teus amigos um delicioso lanche, muitas e divertidas actividades lúdicas, jogos e visitas ao Museu.
Se tens entre 3 e 14 anos vem divertir-te no Museu e oferece aos teus amigos uma tarde inesquecível e muito original… o serviço educativo do museu é todo teu nesta tarde!
[para mais informações, pf. contacte o serviço educativo do museu da chapelaria através do telefone 256 201 680 ou pelo mail museu.chapelaria@gmail.com]
sexta-feira, março 18, 2011
começa curso de gestão de organizações culturais
Arrancou esta semana, no Museu da Chapelaria, o Curso de Especialização Profissional em Gestão de Organizações e Projectos Culturais, organizado pela CultIdeias.
Com a lotação esgotada, esta edição reúne profissionais do sector cultural e criativo, provenientes, sobretudo, da Região Norte.
A sessão de abertura esteve a cargo do Vice-Presidente da Autarquia, Dr. Rui Costa e do Presidente da CultIdeias, Dr. Vítor Martelo.
terça-feira, março 15, 2011
visitas temáticas orientadas
Desde a abertura do presente ano escolar o Museu da Chapelaria tem vindo a organizar visitas temáticas orientadas, especialmente dirigidas ao público escolar (do pré-escolar ao ensino secundário).
Estas visitas visam a exploração do espólio do Museu em áreas temáticas de maior abrangência, indo assim ao encontro dos interesses de docentes e alunos.
Até Junho deste ano estarão disponíveis as seguintes visitas orientadas:
O MUNDO MÁGICO DOS CHAPÉUS
PÚBLICOS: DO PRÉ-ESCOLAR AO ENSINO SECUNDÁRIO
DURAÇÃO: 45m/60m
Para quem nunca visitou o Museu da Chapelaria recomendamos que escolha a visita geral que apresenta o mundo mágico do fabrico de chapéus. A visita começa mesmo antes de entrar no museu, quando os visitantes são convidados a conhecer os “Unhas Negras” que os aguardam no exterior do edifício. Aqui começa então a ser contada esta grande História que marcou o processo de industrialização em Portugal no início do século passado.
Dentro do museu e ao longo de três pisos de exposição, o visitante fica a conhecer toda a cadeia operatória do pêlo ao cone, do cone ao chapéu e, finalmente, dos Dedos Mágicos ao Acabamento.
A última sala de exposição de longa duração, intitulada Sala dos Usos Sociais, é inteiramente dedicada à interpretação dos diferentes contextos socais, culturais e económicos do uso do chapéu, sendo que trimestralmente são organizadas diferentes exposições.
SABES COMO SE FAZ UM CHAPÉU?
PÚBLICOS: PRÉ-ESCOLAR E 1º CICLO
DURAÇÃO: 45m + 30m (oficina)
De forma lúdica e interactiva, as crianças são convidadas a descobrirem o processo de fabrico do chapéu de feltro.
Nesta tipologia de visita os participantes são desafiados na sua criatividade e imaginação, tendo acesso sensitivo a matérias-primas, ferramentas e máquinas.
Este tipo de visita é complementado com a realização de uma oficina de trabalho que pretende tornar mais compreensível a informação já adquirida. Durante estas oficinas, as crianças irão testar as mesmas matérias-primas e ferramentas, potenciando a sua capacidade de aprendizagem e retenção de informação.
UMA CIDADE DE CHAPÉUS
PÚBLICOS: 2º E 3º CICLOS
DURAÇÃO: 60m + 45m (oficina)
Esta visita começa com uma abordagem à história local por intermédio da qual é feita a contextualização da importância social, económica e cultural da indústria chapeleira e da Empresa Industrial de Chapelaria em Portugal.
Numa fase posterior, os visitantes são confrontados com a evolução técnica e tecnológica desta indústria, desde a sua fase mais artesanal até aos dias de hoje.
Este tipo de visita é complementado com a realização de uma oficina de trabalho que pretende tornar mais compreensível a informação já adquirida.
[Esta visita pode ser adaptada a alunos do ensino secundário].
HISTÓRIA DA INDUSTRIALIZAÇÃO PORTUGUESA
PÚBLICOS: 3º CICLO E ENSINO SECUNDÁRIO
DURAÇÃO: 45m + 60m (empresa)
[Mediante a disponibilidade das Empresas associadas. Grupos não superiores a 15 pessoas]
Compreender o processo de industrialização português e a consequente transformação dos territórios humanos e geográficos, é o objectivo central desta visita que pode ser complementada com uma visita a unidades produtoras de chapéus ainda em funcionamento.
A HISTÓRIA DOS CHAPÉUS
PÚBLICOS: TODOS OS GRAUS DE ENSINO
DURAÇÃO: 45m + 30m (auditório)
Esta visita (adaptada às diferentes faixas etárias) é constituída por dois momentos diferentes:
1ª fase: visita às exposições de longa duração do Museu, por intermédio da qual é explicada a forma de produção de um chapéu e a sua evolução no tempo;
2ª fase: sessão realizada no auditório do Museu, com recurso a novas tecnologias, para apresentação, explicação e debate em torno da História do Chapéu e do seu papel social e cultural.
VISITA EM LÍNGUA ESTRANGEIRA
PÚBLICOS: Alunos de francês e inglês
DURAÇÃO: 45m/60m
Visita destinada a alunos de francês ou inglês (qualquer nível de ensino) e que visa estimular a conversação e entendimento destas línguas estrangeiras.
Para agendar uma destas visitas deverá ligar com o Serviço Educativo do Museu da Chapelaria (256 201 680) entre terça-feira e sábado.
Relembramos que o Museu da Chapelaria organiza também visitas a grupos aos sábados, domingos e feriados.
Estas visitas visam a exploração do espólio do Museu em áreas temáticas de maior abrangência, indo assim ao encontro dos interesses de docentes e alunos.
Até Junho deste ano estarão disponíveis as seguintes visitas orientadas:
O MUNDO MÁGICO DOS CHAPÉUS
PÚBLICOS: DO PRÉ-ESCOLAR AO ENSINO SECUNDÁRIO
DURAÇÃO: 45m/60m
Para quem nunca visitou o Museu da Chapelaria recomendamos que escolha a visita geral que apresenta o mundo mágico do fabrico de chapéus. A visita começa mesmo antes de entrar no museu, quando os visitantes são convidados a conhecer os “Unhas Negras” que os aguardam no exterior do edifício. Aqui começa então a ser contada esta grande História que marcou o processo de industrialização em Portugal no início do século passado.
Dentro do museu e ao longo de três pisos de exposição, o visitante fica a conhecer toda a cadeia operatória do pêlo ao cone, do cone ao chapéu e, finalmente, dos Dedos Mágicos ao Acabamento.
A última sala de exposição de longa duração, intitulada Sala dos Usos Sociais, é inteiramente dedicada à interpretação dos diferentes contextos socais, culturais e económicos do uso do chapéu, sendo que trimestralmente são organizadas diferentes exposições.
SABES COMO SE FAZ UM CHAPÉU?
PÚBLICOS: PRÉ-ESCOLAR E 1º CICLO
DURAÇÃO: 45m + 30m (oficina)
De forma lúdica e interactiva, as crianças são convidadas a descobrirem o processo de fabrico do chapéu de feltro.
Nesta tipologia de visita os participantes são desafiados na sua criatividade e imaginação, tendo acesso sensitivo a matérias-primas, ferramentas e máquinas.
Este tipo de visita é complementado com a realização de uma oficina de trabalho que pretende tornar mais compreensível a informação já adquirida. Durante estas oficinas, as crianças irão testar as mesmas matérias-primas e ferramentas, potenciando a sua capacidade de aprendizagem e retenção de informação.
UMA CIDADE DE CHAPÉUS
PÚBLICOS: 2º E 3º CICLOS
DURAÇÃO: 60m + 45m (oficina)
Esta visita começa com uma abordagem à história local por intermédio da qual é feita a contextualização da importância social, económica e cultural da indústria chapeleira e da Empresa Industrial de Chapelaria em Portugal.
Numa fase posterior, os visitantes são confrontados com a evolução técnica e tecnológica desta indústria, desde a sua fase mais artesanal até aos dias de hoje.
Este tipo de visita é complementado com a realização de uma oficina de trabalho que pretende tornar mais compreensível a informação já adquirida.
[Esta visita pode ser adaptada a alunos do ensino secundário].
HISTÓRIA DA INDUSTRIALIZAÇÃO PORTUGUESA
PÚBLICOS: 3º CICLO E ENSINO SECUNDÁRIO
DURAÇÃO: 45m + 60m (empresa)
[Mediante a disponibilidade das Empresas associadas. Grupos não superiores a 15 pessoas]
Compreender o processo de industrialização português e a consequente transformação dos territórios humanos e geográficos, é o objectivo central desta visita que pode ser complementada com uma visita a unidades produtoras de chapéus ainda em funcionamento.
A HISTÓRIA DOS CHAPÉUS
PÚBLICOS: TODOS OS GRAUS DE ENSINO
DURAÇÃO: 45m + 30m (auditório)
Esta visita (adaptada às diferentes faixas etárias) é constituída por dois momentos diferentes:
1ª fase: visita às exposições de longa duração do Museu, por intermédio da qual é explicada a forma de produção de um chapéu e a sua evolução no tempo;
2ª fase: sessão realizada no auditório do Museu, com recurso a novas tecnologias, para apresentação, explicação e debate em torno da História do Chapéu e do seu papel social e cultural.
VISITA EM LÍNGUA ESTRANGEIRA
PÚBLICOS: Alunos de francês e inglês
DURAÇÃO: 45m/60m
Visita destinada a alunos de francês ou inglês (qualquer nível de ensino) e que visa estimular a conversação e entendimento destas línguas estrangeiras.
Para agendar uma destas visitas deverá ligar com o Serviço Educativo do Museu da Chapelaria (256 201 680) entre terça-feira e sábado.
Relembramos que o Museu da Chapelaria organiza também visitas a grupos aos sábados, domingos e feriados.
sexta-feira, março 11, 2011
Dificuldades na aprendizagem da leitura e da escrita em debate
“Dificuldades na aprendizagem da leitura e da escrita” é o tema da 4.ª sessão temática a realizar em S. João da Madeira no âmbito das Jornadas da Educação 2010/2011.
A oradora convidada é Ivone Ganso, licenciada em Psicologia, pós-graduada em Intervenção cognitivo-comportamental, especializada em psicologia clínica e neurociências.
O seu Curriculum inclui trabalho directo com crianças com dificuldades de aprendizagem no Agrupamento de Escolas Irmãos Passos (Guifões) e no Agrupamento de Escolas Soares dos Reis (Vila Nova de Gaia). Realizou também intervenção com crianças em risco de abandono escolar no Agrupamento de Escolas de Penafiel. Actualmente exerce actividade de clínica privada.
Esta sessão temática é especialmente dirigida a pais, encarregados de educação, docentes e demais elementos da comunidade educativa. A sessão decorre no auditório do Museu da Chapelaria, no dia 24 de Março, pelas 18.00 horas e a entrada é gratuita.
quinta-feira, março 10, 2011
rotas chapeleiras e caminhadas pelo património
Agora que os dias começam a ficar novamente maiores, o Museu reinicia as suas rotas chapeleiras e as caminhadas turísticas pelo património.
Venha passar um dia em S. João da Madeira e conhecer um património diferente.
Saiba tudo aqui
terça-feira, março 01, 2011
quarta-feira, fevereiro 23, 2011
Inscrições abertas para Bolsa de Voluntários
Estão abertas as inscrições para a bolsa de voluntariado do Museu da Chapelaria, para a área do serviço educativo.
Os candidatos deverão ter mais de 18 anos e o 12º ano de escolaridade.
Para efeitos de candidatura deverá ser enviado o currículo para museu.chapelaria@gmail.com, com a designação no assunto [candidatura a bolsa de voluntariado].
Deverá constar do currículo os seguintes dados obrigatórios:
Dados de Identificação
Nome:
BI nº/CC n.º
Data de nascimento:
Naturalidade:
Residência:
Código postal:
Telefone:
e.mail:
Escolaridade
Outras habilitações/formações
Experiência profissional
Outras capacidades, actividades, hobbies
Outras informações relevantes para apurar as características do candidato para a área dos serviços educativos.
Tempo diário e horário que pretende dedicar à actividade voluntária
Indisponibilidades horárias/diárias para a actividade voluntária
Assinatura
Após selecção dos candidatos decorrerá um período de formação (Março/Abril) em Serviços Educativos (visitas orientadas e oficinas) com avaliação final.
Para mais informações, por favor, contacte o Serviço Educativo do Museu da Chapelaria através do telefone 256 201 680.
Voluntário. O que é?
Voluntário é uma pessoa que, por escolha própria, dedica uma parte do seu tempo a actividades de solidariedade, de forma altruísta, e sem remuneração.
O voluntariado pressupõe DAR (tempo, recursos, trabalho) e RECEBER (satisfação, experiência, relações humanas).
O voluntário rege-se pelos seguintes princípios:
- Solidariedade: numa atitude altruísta, o voluntário exerce uma actividade de interesse colectivo, geral e público. O voluntariado é um meio para dar resposta a necessidades, problemas e interesses de carácter social, e não um fim em si mesmo. A acção voluntária pressupõe um compromisso solidário que visa a melhoria da vida colectiva da comunidade
- Participação: a intervenção de voluntários realiza-se no seio de actividades de interesse social.
- Complementaridade: O Voluntário não existe para substituir os recursos humanos nas entidades promotoras, pelo que deverá evitar desempenhar tarefas que podem ser feitas por trabalhadores profissionais.
- Gratuitidade: O Voluntário não é remunerado pelo exercício do seu voluntariado, exercendo o voluntariado como resultado de uma escolha livre, uma opção ética, pessoal e gratuita
- Responsabilidade: O Voluntário é responsável pelo exercício da actividade que se comprometeu realizar, dadas as expectativas criadas aos destinatários desse trabalho voluntário.
- Convergência: a actuação do voluntário deverá estar orientada para com a com a cultura e objectivos da entidade promotora.
O voluntário desempenha a sua acção por dois tipos de motivações:
1- por razões ideológicas, éticas ou morais, que o levam a sentir como seus os problemas e necessidades dos outros, e que o levam a actuar no sentido de melhorar a sociedade;
2- por razões de carácter pessoal, pela necessidade de se sentir socialmente útil, de conhecer e participar em novas experiências, para se formar e desenvolver como pessoa, para se relacionar e trabalhar com os outros.
3- o voluntariado geral, especificamente no que respeita aos idosos, visa sobretudo criar laços entre gerações e potenciar a “passagem do testemunho” de vivências que são tão próprias daquela faixa etário.
Direitos do voluntário
São considerados direitos do voluntário:
- Ter acesso a programas de formação inicial e contínua, tendo em vista o aperfeiçoamento do seu trabalho voluntário;
- Exercer o trabalho voluntário em condições de higiene e segurança;
- Estabelecer com a entidade promotora um programa de voluntariado que regule as suas relações mútuas e o conteúdo, natureza e duração do trabalho voluntário que vai realizar;
- Ser ouvido na preparação das decisões da entidade promotora que afectem o desenvolvimento do seu trabalho voluntário;
Deveres do voluntário
Os voluntários são indivíduos que livremente se comprometem a desenvolver acções de voluntariado, com responsabilidade e desinteressadamente, no âmbito de uma organização promotora e de acordo com aptidões próprias.
São deveres do voluntário:
§ Dar o melhor de si mesmo, de forma generosa, actuando com profissionalismo, humanidade e eficácia;
- Respeitar os princípios deontológicos por que se rege a actividade que realiza e respeitando os princípios da Declaração Universal dos Direitos Humanos;
- Respeitar as regras de confidencialidade no uso de dados relativos à entidade de acolhimento, fazer um uso responsável dos bens materiais que a organização põe ao seu dispor e utilizar devidamente a acreditação que a organização proporciona ao voluntário;
- Observar as normas que regulam o funcionamento da entidade promotora e dos respectivos programas ou projectos;
- Actuar de forma diligente, isenta e solidária;
- Participar nos programas de formação destinados aos voluntários;
- Zelar pela boa utilização dos recursos e dos bens, equipamentos e utensílios postos ao seu dispor;
- Colaborar com os profissionais da entidade promotora, respeitando as suas opções e seguindo as suas orientações técnicas;
- Não assumir o papel de representante da entidade promotora sem o conhecimento e prévia autorização desta;
- Garantir a regularidade do exercício do trabalho voluntário de acordo com o programa acordado com a entidade promotora;
- Utilizar devidamente a identificação como Voluntário no exercício da sua actividade de voluntariado.
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