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quarta-feira, novembro 21, 2018

23 e 24 Nov | V Simpósio Internacional Fusões no Cinema_Museu da Chapelaria



Nos próximos dia 23 e 24 de novembro, o Museu da Chapelaria vai acolher o V Simpósio Internacional Fusões no Cinema.

Dirigido ao público em geral com interesse na temática do cinema e, de uma forma particular, a todos os educadores e docen­tes dos ensi­nos básico e secun­dá­rio, este evento é de acesso gratuito e permite o acesso à acreditação da Ação de Curta Duração Cinema e Educação: Abordagens Multidisciplinares.

Para além de conferências e mesas de discussão, o evento promove ainda a realização de workshops em sessões de cinema.

Esta edição é co-orga­­ni­­zada pelos Cami­nhos Film Fes­ti­val, pela Uni­dade de Desen­vol­vi­mento dos Cen­tros Locais de Apren­di­za­gem (UMCLA) da Universidade Aberta, pelo Centro Local de Aprendizagem da Uni­ver­si­dade Aberta de S. João da Madeira e que conta, com o apoio da Câmara Muni­ci­pal de S. João da Madeira. 

Se estiver interessado em participar deverá realizar a sua inscrição (obrigatória) aqui 


PROGRAMA

23 de NOVEMBRO
14h00
Abertura do Secretariado

14h30
Inauguração da Exposição Comemorativa dos 30 anos da Universidade Aberta

15h00
Sessão de Abertura
Jorge Sequeira - Presidente da Câmara Municipal de São João da Madeira
Domingos Caeiro - Vice-Reitor da Universidade Aberta
António Moreira - Coordenador Executivo UMCLA, Universidade Aberta
Vítor Ferreira - Diretor Festival Caminhos do Cinema Português

15h20
Apresentação do livro Fusões no Cinema: Educação, Didática e Tecnologia. Abordagens Teóricas e Metodológicas.
Dra. Suzana Menezes, Câmara Municipal de S. João da Madeira
António Moreira, Universidade Aberta
Pedro Alves - Universidade Católica Portuguesa

15h30
Ante-Estreia
“A sustentável fluidez de cenários pedagógicos em transição…”
“Parte de mim.”
Curtas-Metragens realizadas no âmbito do Curso de Cinema “Do Pensamento à Ação” - Extensão Universitária e Cultural da Universidade Aberta (apoio do Instituto de Cinema e Audiovisual e da Câmara Municipal de S. João da Madeira)

16h00
Conferência de Abertura
Pedagogia Maker e o Processo Construtivo de Roteiro Audiovisual
Cláudia Hardagh, Universidade Presbiteriana Mackenzie, Brasil
Moderação: António Moreira, Universidade Aberta

16h30
Coffee Break

16h45
Mesa – História, Literatura e Cinema
Moderação: Maria Céu Marques, Universidade Aberta
Cinema e censura do Liberalismo ao Estado Novo. Uma improvável continuidade entre regimes opostos
Jorge Seabra, CEIS20, Universidade de Coimbra
Capitão Falcão ou o “esvaziamento” da História?
Paulo Cunha, Universidade da Beira Interior
Transposição do mito inesiano: da literatura ao cinema
Glória Ferreira, CIEC, Universidade de Coimbra
The Grand Budapest Hotel: identidade, história e memória
Maria do Céu Marques, CEMRI, Universidade Aberta

17h45
Conferência
O Nascimento de uma Nação em Vídeo: O Arquivo do Centro Audiovisual Max Stahl de Timor-Leste
Joaquim Ramos de Carvalho, Universidade de Coimbra
Moderação: Sara Dias Trindade, Universidade de Coimbra

18h15
Sessão de Curtas Metragens
Cine Clube de Arouca


24 de NOVEMBRO
9h30
Sessão Paralela (consulte o programa)

09h30
Workshop Aplicação de estratégias e metodologias pedagógicas a partir de “Deus não quis”, de António Ferreira
Glória Ferreira, CIEC, Universidade de Coimbra

09h30
Workshop Narrativas visuais para o contexto educacional
Marcelo Forte, CEIS20, Universidade de Coimbra 

10h30
Conferência
Cómo se hace relato con la música: la narración sonora en cine y televisión
Manuel Gertrudix, Universidade Rey Juan Carlos (Madrid)
Moderação: Fouad Nejmeddine, CEIS20, Universidade de Coimbra

11h00
Coffee Break

11h15
Mesa – Cinema, Educação Ambiental e Saúde
Moderação: Cristina Pereira Vieira, Universidade Aberta
O cinema como estratégia na educação para a saúde
Susana Henriques, Universidade Aberta
O cinema e a formação humanitária em saúde: novos conceitos e perspetivas
Aline Dias, Universidade Federal do Rio Grande do Norte (Brasil)
Contributos do cinema para a educação ambiental
Mário Branquinho, CineEco
Luzes, Câmara e Ação contra a Violência no Namoro: promoção de relacionamentos saudáveis entre adolescentes
Cristina Pereira Vieira (UAb); Sofia Neves (ISMAI); Ariana Correia (ISMAI); Dália Costa (ISCSP); Estefânia Silva (ISMAI), Joana Topa (ISMAI) e Fernando Paulino (ISMAI)

12h15
Almoço

14h30
Sessão Paralela (consulte o programa)

14h30
Workshop Bases y equipo para la fotografia nocturna.
Ana Más Miguel e Juan Gabriel García Huertas, Universidad Francisco de Vitoria (Madrid)

15h45
Coffee Break

16h00
Mesa – Aprender com o Cinema e com recursos audiovisuais
Moderação: Elsa Mendes, Plano Nacional de Cinema, Direção Geral de Educação
Educação, inclusão… ação! O Cinema e as Cidades Criativas da UNESCO
Pedro Alves, Universidade Católica Portuguesa
Educar para a Cidadania com o Cinema em Contexto Prisional
Sara Dias-Trindade, Universidade de Coimbra
Educar com Recursos Audiovisuais em EaD
Eniel Espírito Santo & Ariston Cardoso, Universidade Federal do Reconcâvo da Bahia (Brasil)

17h00
Conferência de Encerramento
La retórica clasica aplicada a la construcción de la imagen como recurso educativo.
Francisco García García, Universidad Complutense de Madrid
Moderação: Pedro Alves,Universidade Católica Portuguesa

17h30
Sessão de Curtas Metragens
CineEco Seia

Caso necessite de mais informações, poderá fazê-lo através dos seguintes contatos:
Email | cla_sjm@uab.pt
Telefone | 256 004 132
Telemóvel | 915 676 342

sexta-feira, outubro 26, 2018

ACONTECE NO MUSEU.... PROGRAMA FAMILIAS


PROGRAMA FAMÍLIAS | 03 NOV | 11:00 E 15:00
O primeiro sábado de cada mês é inteiramente dedicado às Famílias. Reúna a sua família e venha ao Museu da Chapelaria descobrir segredos, desvendar mistérios e divertir-se com a atividade que este mês preparámos, especialmente, para si.

UM CHAPÉU DE NATAL
A época natalícia está a chegar e a nossa árvore dos chapéus temos de preparar.
Vem com a tua família ao museu e cria um fantástico chapéu para nela colocar. 

A visita e oficina são gratuitas mas é necessário agendamento prévio para o email museu.chapelaria@gmail.com

sexta-feira, novembro 27, 2015

Ciência e Tecnologia no Museu da Chapelaria


substantivo feminino
Operação de feltrar


"feltragem", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/DLPO/feltragem [consultado em 18-11-2015].

A feltragem, técnica com cerca de 7000 anos, dá origem a um tecido denominado feltro. Apesar de ter origem desconhecida, algumas civilizações e culturas reclamam o ato da sua criação, como a Suméria ou a Mongólia, havendo também algumas lendas, como a da Arca de Noé ou a de Santiago, que justificam a sua criação.

O feltro é um tecido não tecido uma vez que é formado através da compactação das fibras e não da sua tecelagem, podendo ser considerado um tecido natural ou sintético.

Para a criação de feltro natural usam-se fibras animais (lã, pelo de coelho, lebre ou castor) e a técnica manual ou industrial mas para o feltro sintético, criado industrialmente, usam-se fibras de poliéster, acrílico e polipropileno. Mas ambos têm aplicações muito vastas sendo usados na indústria da chapelaria, na têxtil, na automobilística, na de instrumentos musicais, na construção civil e, naturalmente, no artesanato. 

A feltragem pode, ainda, ser realizada através do método molhado, com agulhas (método seco), ou com a mistura de ambos. 

No método molhado, a aplicação simultânea de pressão, de fricção e de humidade (por vapor ou água quente) nas fibras naturais ajuda a dilatar os folículos e facilita o entrelaçamento das fibras. Este método é usado para criar objetos tridimensionais de grande dimensão e feltros em placa.

No método seco, agulhas muito aguçadas e com pequenas ranhuras, dispostas ao longo do seu eixo, são inseridas rápida e repetidamente nas fibras. O número da agulha, a forma da ponta e o ângulo das ranhuras determinam a precisão do trabalho que está a ser executado. 
Quando aplicado às fibras naturais, este método permite a criação de objetos tridimensionais de pequenas e de grandes dimensões.

A antiga Empresa Industrial de Chapelaria, Lda., hoje Museu da Chapelaria, especializou-se no fabrico industrial de feltros de lã, de pelo de coelho e de castor para a chapelaria, trabalho que exige o uso do método molhado e de mais de uma dezena de etapas até que o processo de feltragem possa ser dado como concluído.

Legenda da imagem | Imagens retiradas de https://livingfelt.wordpress.com/tag/needle-felted-bunny/ | https://www.pinterest.com/janweb4/sewing-projects-for-adults/ | https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/236x/e4/00/93/e400931b739f02cbff801d196ba9836d.jpg | http://afflante.com/8737-joseph-lamp-collection-ludovic-roth-design-studio/ | http://curlybirds.typepad.com/curly-birds/2012/09/the-beginners-guide-to-felting-wet-felting-with-kids.html | http://feltingsupplies.livingfelt.com/Wet-Felting-Slippers-Kit_p_520.html | http://cover-magazine.com/picks/the-best-chairs-at-milan-design-week-2013/ | http://www.textileartist.org/category/interview/felt/page/2/

quinta-feira, novembro 26, 2015

Ciência e Tecnologia no Museu da Chapelaria



tin·gir - Conjugar
(latim tingo, -ere, banhar, molhar, colorir)

verbo transitivo
1. Meter ou molhar em tinta, alterando a cor
2. Colorir

verbo pronominal3. Tomar certa cor

"tingimento", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/DLPO/tingimento [consultado em 11-11-2015].


O tingimento de têxteis é um dos fatores-chave no sucesso comercial das indústrias têxteis.

Para além da beleza das tonalidades e padrões criados, o cliente-consumidor exige que este produto tenha também um elevado grau de fixação da cor em relação à luz, à lavagem e à transpiração.

Este método, que data de cerca de 3.000 a.C., traduz-se numa ação química onde o uso de corantes, auxiliados por mordente e produtos auxiliares, vai alterar de forma permanente a cor das fibras têxteis. Esta ação pode ser realizada através de uma solução ou, então, por dispersão.

É só em 1856 que surge, de forma acidental e pela mão de William Perkin, o primeiro corante sintético, a anilina púrpura. Até este período eram usados corantes naturais, extraídos de plantas como o pau-brasil (vermelho), o açafrão (amarelo), a anileira (azul), o campeche (roxo e preto) a urzela (púrpura) ou de animais, como a cochonilha (vermelho).

Os mordentes, usados para fixar a cor à fibra e dando-lhe maior durabilidade e resistência aos elementos externos, também eram de origem vegetal, animal e até mineral. Ao longo dos tempos usaram-se os mais extravagantes produtos como urina, leite de búfalo e até azeite rançoso mas, o mais popular, foi o ácido tânico, extraído da noz de galha.

O método de tingimento é diferente de fibra para fibra uma vez que, tendo características únicas, são exigidos corantes, mordentes e fórmulas específicos para cada uma.

Também na indústria de chapelaria, o sector de tinturaria era considerado um dos mais importantes para o sucesso do negócio. Na antiga Empresa Industrial de Chapelaria, Lda., hoje Museu da Chapelaria, foi criado um amplo laboratório equipado já com maquinaria específica, onde eram criadas, quantas vezes em grande segredo, as preciosas fórmulas para o tingimento dos feltros.

Legenda da imagem | Imagens retiradas de https://commons.wikimedia.org/wiki/File:43_Reseda_luteola_L.jpg | https://sejagreen.wordpress.com/tag/corantes/ | http://corlaland.blogspot.pt/2013/11/carmin-de-quermes-o-cochinilla.html | https://www.flickr.com/photos/heart-break-house/3385743707 | http://iranpazirik.com/htmls/indigo.htm | https://no.wikipedia.org/wiki/Bl%C3%A5tre | http://www.hipernatural.com/es/pltalazor.html | http://www.prota4u.org/protav8.asp?p=Bixa+orellana | http://www.pantareiwater.com/images/Immagine1---WTP_crop.gif |http://www.ictioterm.es/nombre_cientifico.php?nc=208 | http://www.dsource.in/gallery/gallery-0139/index.html

quarta-feira, novembro 25, 2015

Ciência e Tecnologia no Museu da Chapelaria


substantivo feminino
1. Pelo do carneiro e de outros animais
2. Tecido feito de lã
3. [Por extensão] Cotão, lanugem
4. Carapinha

"lã", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/la [consultado em 10-11-2015].

Proveniente de carneiros, ovelhas, borregos e cordeiros, a lã é formada por milhares de fibras cilíndricas de espessura fina, com um perfil ondulado e diferentes qualidades. Cada fibra é formada por uma ponta, só existente nas da primeira tosquia, por um eixo preenchido por células dispostas em espiral e por uma raiz, com um bolbo para o desenvolvimento de novas células.

Considerada a fibra animal mais resistente, a lã é um ótimo elemento isolador devido às suas moléculas de queratina, tem grande poder de absorção podendo embeber até 50% do seu peso, é elástica, é resistente à tração e torção e tem grande capacidade aderente sendo, por isso, usada na indústria têxtil, de chapelaria, automóvel, de isolamentos, de calçado e muitas outras.

A sua cor pode variar entre vários tons que vão do branco, amarelo, castanho, cinzento e preto até às mesclas mas, quanto mais escura for a cor da fibra, menor será a sua qualidade.

Em Portugal, a lã provém de diferentes raças espalhadas por todo o país como a Bordaleira, a Campaniça, a Churra, a Mondegueira, a Saloia ou a Serra da Estrela, mas é a raça Merino a que fornece a melhor lã, caracterizando-se por ter fibras muito finas, frisadas e de toque suave. 

Em 1914, a antiga Empresa Industrial de Chapelaria, Lda., hoje Museu da Chapelaria, ganhou grande destaque por ser a única em S. João da Madeira a deter o monopólio de produção e comercialização do chapéu feito de lã merino e que, à época, era mesmo chamado de “chapéu da moda”.

Legenda da imagem | imagens retiradas de http://www.wisegeek.com/what-is-wool-carpet.htm | http://textileacademia.com/natural-fiber/wool-fibre/ | http://www.motherearthnews.com/diy/home/basic-alum-mordant-recipe-ze0z1312zbla.aspx | http://modernfarmer.com/2013/12/sheep-find-sheep-dreams/delaine-merino/ | http://textilebd-yarn.blogspot.pt/2012/02/macro-and-micro-structure-of-wool-fiber.html | http://www.archiexpo.it/prod/sheep-wool-insulation/product-105007-1010777.html | http://www.torbandreiner.com/online-shop-1/millinery-supplies/hoods/felt-hoods/fur-felt/fur-felt-capelines


quinta-feira, outubro 30, 2014

2 Novembro | PROGRAMA FAMILIAS

No primeiro domingo de cada mês, reúna toda a sua família e venha ao museu da chapelaria descobrir segredos, desvendar mistérios e divertir-se com as diversas atividades que temos para si. Traga os seus filhos, pais, avós e amigos e passe um domingo “de se lhe tirar o chapéu” no Museu da Chapelaria.
02 de novembro | O museu dentro de um globo de neve?
Sabes fazer um globo de neve? E será possível pôr lá dentro o museu? Será magia? 
Vamos usar a nossa imaginação e tentar descobrir como esta magia pode ser feita facilmente. 
Esta atividade decorre em dois horários diferentes: 11h00 e 15h00.
Atelier para crianças entre os 6 e os 14 anos.
Atividade gratuita, mediante marcação prévia

domingo, novembro 24, 2013

ACONTECEU... IV JORNADAS DE MUSEOLOGIA

Durante dois dias o Museu da Chapelaria acolheu as suas IV Jornadas de Museologia. 

A apresentação de diferentes experiências profissionais, de interessantes projectos de investigação e de exposições de variadas personalidades das áreas da musedologia, da economia, da criatividade, da arquitectura, entre outras áreas, permitiram reflectir sobre o actual e futuro papel dos museus no âmbito das novas economias criativas bem como sobre o papel da cultura enquanto elemento chave da criatividade e da inovação. 

Aqui ficam algumas imagens destes dias

Dia 21 | Cultura, Criatividade e Economia?






Inauguração da exposição temporária "Os criadores nacionais e os seus chapéus"





Dia 22 | Os Museus na Economia Criativa









Visita à Oliva Creative Factory